Tag: Nordeste

O monge holístico – Série: parte 4

Quando o Mosteiro de Jequitibá foi fundado pelos cistercienses, em 1939, havia um padre médico que atendia a comunidade e moradores de povoados vizinhos. Atualmente, o serviço de saúde é feito pelo monge terapeuta Antônio Fraga de Lima, 62 anos, especializado em 11 tipos de tratamentos – dentre eles a quiropraxia, iridologia e acupuntura -, além da manipulação de produtos naturais e orientação alimentar.

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Praia em tempo de trovoadas

O agricultor aposentado Rui Oliveira acorda cedo para fazer caminhadas e leva sempre consigo o celular para fazer fotografias do distrito de Barreiros, em Riachão do Jacuípe (BA), onde mora. Desde que adotou a fotografia como hobby, ele produziu cerca de mil fotografias da localidade que ficou conhecida por realizar a festa anual de vaqueiros.

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Os dois museus do mosteiro – Série: parte 3

O Mosteiro de Jequitibá, no povoado do mesmo nome, no município de Mundo Novo (BA), tem dois museus. Mantidos pelos monges cistercienses, o primeiro é o de arte sacra, que também possui objetos da primeira escola fundada pelos religiosos. O segundo conta com um surpreendente acervo formado por fósseis, insetos, couros de cobras imensas, crânios e animais empalhados, a maioria dos exemplares faz parte da fauna da fazenda de 3.300 hectares doada para a construção do monastério. Muitos estão extintos.

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“Mulequim diantado”

Em 2016, a artesã Idelcina Carneiro Oliveira ligou para o site Meus Sertões, após ler uma reportagem, e falou de seu trabalho, artesanato de altíssima qualidade, desenvolvido em Riachão do Jacuípe. Combinamos uma reportagem, que foi feita em 2016. Na verdade, foram duas matérias, uma com ela, outra com o marido Geraldo, um agricultor poeta.De lá para cá eles se transformaram em grandes amigos da equipe do site.

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O mosteiro de Jequitibá – Série: parte 1

Quais foram os motivos que levaram monges cistercienses a deixar Schlierbach, na Áustria, e construir um mosteiro em um povoado do município de Mundo Novo (BA), localizado a 8.827 km de distância da cidade europeia? O que fez a Ordem mudar a estratégia de construção, que consistia no aproveitamento de terras em vales e áreas encharcadas, prática que a levou dominar a arte de irrigação,  para erguer um monastério em um morro ?

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O homem dos 400 casamentos

O juiz de paz Renato Costa Rebouças, 89 anos, guarda na memória e em anotações feitas em cadernos a história dos distritos de Paraguaçu e Argoim, em Rafael Jambeiro, onde trabalhou no único cartório da região de 1971 a 1993, realizando casamentos – cerca de 400 – homologando demissões e resolvendo questões mais simples de disputas de terras e partilhas.

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A história escrita por mulheres

“Em 1932 não pingou nenhuma gota de água (…). Feijão, milho e mandioca não foram plantados. Muitas pessoas faziam promessas, organizavam procissões, marchando descalças, e conduziam as imagens de São José e de Nossa Senhora da Conceição em andores, indo ao local dos tanques semi-vazios (sic). Ali chegando, tiravam as imagens e davam a uma criança, que tocava os pés dos santos no resto da água no fundo do tanque.

(…) A água também passou a ser motivo de brigas. O povo se aglomerava em redor dos poços e cisternas (…). Ao meio-dia, horário de ser aberto o portão pelo encarregado da distribuição da água, já havia uma fila de mais de 50 metros. Nesse momento começava o conflito. Raro era o dia em que a polícia não precisava intervir”.

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