Tag: Bahia

Viva São Sebastião, o padroeiro contra a peste e a fome!

Uma quantidade imensa de cidades e distritos veneram São Sebastião, cuja data é celebrada hoje, na Bahia: São Sebastião do Passé, Cocos – onde também homenageado ao ter seu nome em um hospital público, uma clínica particular e uma rua – Seabra e Palmeiras (Chapada Diamantina), Belo Campo, Brumado, Algodões (distrito de Quijingue), Caturama, Ibiassucê, Alcobaça, Caravelas, Ilhéus, Itambé, Trancoso e Caraíva (distrito e comunidade de Porto Seguro), Igaporã, Paxo (distrito de Paramirim), Cumuruxatiba, Barreiras, Maraú, Mascote, Barra do Rocha, Pau a Pique (município de Casa Nova), Porto Novo (Santana) e Una.

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Covid faz prefeitura cancelar Lavagem de Ichu

A prefeitura de Ichu decidiu cancelar a Lavagem da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, que seria realizada na primeira semana de fevereiro, por causa da pandemia de covid-19, causada pela cepa Ômicron. Desde o início da pandemia, em março de 2020, até hoje, a cidade registrou 469 casos da doença e quatro mortes. Nas últimas 24 horas, o número de casos teve acréscimo de 2, 45%, e em cinco dias aumentou 4,24%.

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Garra jornalística

Entre agosto e novembro de 2021, Paulo Oliveira, editor de Meus Sertões, e a professora Lívia de Souza Vieira, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), orientaram Leonardo Lima dos Santos e Luísa da Silva Carvalho, estudantes de jornalismo na produção, reportagem e edição do podcast “Guerra da água”, que mostra como o agronegócio ameaça conservação do bioma e subsistência de comunidades tradicionais no cerrado baiano.

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Puro talento

A pedido de Meus Sertões, Leonardo Lima dos Santos e Luísa da Silva Carvalho, autores do podcast “Guerra da água”, fizeram seus próprios perfis. Conheça mais um pouco sobre os vencedores da 13ª edição do Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, criado pelo Instituto Vladimir Herzog. Eles investigaram como o agronegócio está secando os rios no oeste da Bahia.

Leonardo Lima – Estudante de jornalismo na Universidade Federal da Bahia (UFBA), nasceu em São Paulo, mas mora na Bahia desde os cinco anos. Durante o ensino médio decidiu cursar algo que permitisse estar sempre estudando novos assuntos e, felizmente, optou pelo jornalismo. Dentre as coisas que não viveria sem estão aipim frito, Legião Urbana e viagens com perrengue. Já fez dois mochilões com seu pai pela América Latina, passando pelo Chile, Argentina e Peru. Apaixonado por Machado de Assis e por Elis Regina, tem certeza que os dois seriam as primeiras pessoas com quem conversaria caso máquinas do tempo existissem. Atualmente está no sétimo semestre do curso, desenvolvendo o TCC com o tema jornalistas-celebridades. Tem 21 anos, o melhor irmão do mundo (Dudu) e nunca teve um bichinho de estimação. Estagia no jornal A Tarde, apesar de nunca ter pisado no prédio da empresa.

Luísa Carvalho – Entre o mar e o sertão, nasceu em Salvador e se mudou para Santana, no extremo oeste da Bahia, aos dois anos. Desde então, se divide entre as duas cidades e tenta aprender com o melhor delas. Sempre gostou de ser meio especialista em generalidades, o que tornou fácil a escolha por cursar jornalismo, que estuda na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Aprendeu a ler com os gibis da Turma da Mônica e, desse momento em diante, se tornou uma exímia traça de livros. Lê de tudo, até bula de remédio. Mas tem uma preferência especial pela escrita de Lygia Fagundes Telles, João Guimarães Rosa e Gabriel Garcia Marquez. Meio indecisa, gosta de experimentar de tudo um pouco e não se dá bem com decisões definitivas. Dentro da comunicação, ainda está se encontrando. Já teve experiências em redação, rádio, agência de assessoria de imprensa, faz ‘frila’ de vez em quando e pretende ir testando suas habilidades por aí em diferentes áreas. De uma coisa tem certeza: Não há nada melhor do que prosear com sua avó tomando um café quentinho passado por ela.

BASTIDORES DA REPORTAGEM

Capítulos I e II Capítulo III Guerra da água

A gruta milagrosa

“Noi italiani lavoratori
Allegri andiamo in Brasile
E voialtri d’Italia Signori
Lavoratelo il volstro badile
Se volete mangiare.”

Tradução:
“Nós, trabalhadores italianos
Vamos contentes para o Brasil
E vocês, nobres da Itália
Peguem a pá
Se quiserem comer”

Os primeiros italianos a chegarem em Nova Bréscia, no Rio Grande do Sul, em 1816, em busca de trabalho, deixaram a cidade de Bréscia, na região da Lombardia, cantando esta música, que se transformou em uma espécie de hino. Em 1932 os Caliari, Lazareno, Novare se fixaram na antiga localidade de Gramado de São Francisco, na época Vila Progresso[1].

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Uma roça de candomblé em colônia alemã

O motorista de aplicativo passa direto pela chácara com muro de tijolos aparentes e garagem com porta de aço azul escuro.  Ele não percebe as quartinhas na entrada da propriedade. A roça de candomblé do pai de santo Cristiano Pessoa Borges, 43 anos, fica a 20 quilômetros do centro de Santa Cruz do Sul (RS), na povoação Quarta Linha Nova Baixa, uma comunidade de descendentes de trabalhadores rurais alemães.

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As religiões

afro-gaúchas

A introdução de escravos no Rio Grande do Sul começou na primeira metade do século XVIII [1], segundo o doutor em antropologia Ari Pedro Oro [2]. Os primeiros escravizados vieram do Paraguai e do Uruguai, depois foram trazidos de outros estados brasileiros. Eles trabalhavam na agricultura, nas estâncias e na produção de charque. Com a chegada dos colonos alemães em 1824 e dos italianos em 1875 o percentual da população negra  diminuiu.

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Prece para o
rio São Francisco – Editorial

“Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz”

Hoje é dia de São Francisco de Assis (1182-1226), o religioso italiano que fundou a Ordem dos Franciscanos. Filho de um rico comerciante de tecidos da cidade de Assis, Francisco renunciou aos seus bens e passou a se dedicar a Deus e aos pobres. Em 1224, deixou a direção da irmandade que criou para viver em contato com a natureza. Consta que, em sua presença, os peixes saltavam da água e os pássaros pousavam em seus ombros.

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