A ‘celveja’

SOTAQUE DE UM POVO NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO

Nas minhas andanças a serviço da Educação, tive a oportunidade de ouvir diálogos, com sabor natural da nossa terrinha. Viajando de Xique-Xique ao povoado de Utinga, na carroceria de D20 – carro que substituiu as “rurais” nos areões do tabuleiro -, tive o privilégio de ouvir prosas gostosa como esta:

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Durim e o cego

João Durim tinha um bom gênio e era sempre muito prestativo para quem lhe pedisse qualquer tipo de ajuda ou favor. Entre os favores se incluía o preparo e encaminhamento da papelada para consulta médica, casamento, batizado, aposentadoria, bã-bã-bã-caixa de fosco. Acrescente-se a isso o fato de emprestar a casa como hospedagem para pescadores, lavradores vindos da zona rural. Para tudo isso contava com o apoio, a solidariedade e a cumplicidade da esposa Angélica.

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