Categoria: Reportagem

Mestre Nena

Para moldar uma pinha esmaltada grande, uma das peças decorativas mais vendidas no Centro de Artesanato Arquiteto Wilson Campos Júnior, em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, o artesão Severino Antônio de Lima, 57 anos, leva duas horas. A produção diária é de até quatro unidades por dia. No entanto, a pinha só ficará pronta para a venda após 15 dias de secagem, 12 horas no “forno de biscoito”, onde é aquecida a 1000 graus centígrados para adquirir durabilidade e impermeabilidade ao ser, e três dias no forno de esmalte para fixar a cor.

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Irinéia do Muquém

O Sítio de Muquém, única comunidade remanescente de Palmares, o maior e mais resistente quilombo das Américas, fica a seis quilômetros do centro de União de Palmares e a 80 de Maceió, capital alagoana. A localidade tem cerca de 200 anos de existência e os atuais moradores se dividem entre a agricultura familiar e a produção de artesanato.

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Loucura genial

Japaratuba, ao contrário vizinha Rosário do Catete e muitas outras no caminho para Alagoas ou no sertão sergipano, não tem a estátua do padroeiro na entrada da cidade. Em vez disso, o município construiu em 2002, um monumento em homenagem a um louco genial: Arthur Bispo do Rosário.

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Renda irlandesa

“Não vejo seu rosto! Vejo somente as mãos! E isso me basta! ” – Aglaé D´Ávila Fontes de Alencar

A artesã Edinalva Batista dos Santos, a Nalva, 55 anos, aprendeu a fazer renda – ponto de cruz e rendendê – aos 12 anos, depois que a família deixou Muribeca, cidade natal no agreste sergipano, e foi morar no sertão de Aquidabã, a 21 km de distância. …Ler mais.