Categoria: Crônica

Fios da memória

Tempo bom aquele quando me sentava na calçada da casa da minha vó ou das amigas dela para ouvir causos do passado que se misturavam com o presente. Era, sempre, por volta das três da tarde até a boquinha da noite, quando o sol começava a se despedir no horizonte. De lá, dava para ver, na primavera, as pétalas amarelas dos pés de Ipê.

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