Categoria: Galeria de Fotos

Corpo de baile

A Feira de Saberes e Sabores da Juventude do Campo foi realizada na segunda quinzena de janeiro, em Caruaru (PE), paralelamente à 8ª Assembleia da Pastoral da Juventude Rural (PJR). Lá, reuniram-se centenas de jovens do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), das comunidades de fundo e fecho de pasto, Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), Movimento dos Pequenos Agricultores (MAP) e jovens dos Gerais e das comunidades quilombolas. …Ler mais.

O perfil de Micael

Micael Aquillah, 26 anos, natural de Vitória da Conquista (BA) é aluno do curso de cinema e audiovisual da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e atua como fotógrafo desde 2009. É dele o trabalho que publicamos hoje (26/1/2017) e que ficará exposto na seção Galeria, na primeira página do site. Intitulado Arredores, o ensaio propõe reflexão sobre as transformações culturais das comunidades nordestinas, especificamente nas cidades do baianas.

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‘Feirará’: entre dois mundos

A melhor definição para Irará, cidade localizada a 135 km de Salvador, está na monografia “Aristeu Nogueira: A militância Política e Cultural de um Comunista”, de Marcos Roberto Martins dos Santos”, finalizada em 2007. Santos mostra que Irará está localizada entre o Recôncavo e o Sertão da Bahia. Segundo ele: “duas regiões marcadas por culturas distintas, representativas de ‘dois nordestes’”.

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Romaria pela terra e pelas águas

Nordeste: ausências e permanências

No tempo dos coronéis

A Fazenda Nossa Senhora de Brotas foi vendida para três empresários de Jeremoabo, que ainda não decidiram o destino final da mansão e da capela de Nossa Senhora de Brotas. Eles estão construindo imóveis para por à venda na área em que existia um engenho e um canavial. No tempo dos coronéis, a construção ao lado da mansão era usada pelos escravos que serviam à casa grande. Hoje, parte da imponente moradia está em ruínas e suas portas e janelas estão trancadas. Na igrejinha, ao lado, só há lixo no interior.

A história da fazenda

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Marcas da matança

As marcas das balas do assassinato de sete soldados por Lampião e seu bando foram cobertas com cimento e tinta. No local da chacina, uma placa em homenagem aos policiais mortos, colocada pela prefeitura de Queimadas (BA) e a Polícia Militar. No local, funcionava o quartel e a cadeia pública, de onde os “macacos” – foma como o cangaceiro tratava os policiais – foram arrancados. Até recentemente, funcionou como xadrez, mas a ameaça de desabamento fez com que fosse desativada. …Ler mais.