Autor: Paulo Oliveira

Turbantes turbinados

Adão Ferreira dos Santos, 22 anos, o Dão, começou a usar turbantes por acaso. Ele dava aula de dança e treinamento funcional em uma academia e ficava incomodado com o suor que escorria do cabelo. Um dia, pegou uma faixa para prender o black. Como o tecido era grosso, foi espichando, espichando até que se deu conta que estava usando algo parecido com um turbante. …Ler mais.

Os bordados do Cedro

Borda bordadeira, borda…                                                                                                                                                             Dá gosto ver-te bordar assim…                                                                                                                                                     Levas em jeito de brincadeira                                                                                                                                                         Tua fausta trabalheira                                                                                                                                                                     Bordando horas sem fim                                                                                                                                                                                    Fátima Rodrigues    
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A tradutora visual de Alagoas

Se você é do tipo formal que quer informações sucintas vou lhe dar a alternativa de conhecer um pouco mais sobre a fotógrafa e designer Flávia Correia, 43 anos, que estreia hoje a exposição sobre o sertão alagoanona seção Galeria, do site Meus Sertões.  Basta acessar na internet a página  http://www.flaviacorreia.com/sobre . Mas se você gosta de um proseado, preste bem atenção na história que vou contar sobre como Flávia se encontrou com a fotografia documental.  …Ler mais.

Dois matutos e o filho da jumenta

Dos cinco livretos do poeta agricultor Geraldo Oliveira, certamente o mais engraçado é “Os dois matutos e o filho da jumenta”, obra que ele apresenta agora em Meus Sertões.

Em dezembro, quando conhecemos Geraldo, em Riachão do Jacuípe, ele nos encantou com a história de João Melado.

A valentia de João Melado

Vale lembra que o agricultor sempre foi apaixonado por literatura de cordel, chegando a decorar livretos inteiros antes de decidir escrever seus próprios enredos de “bravura, romance e humor”.

Divirtam-se:

 

Os lobisomens do Cedro

No tempo em que não havia grades nas portas e janelas das casas de Cedro de São João (SE) e os assuntos principais não eram assaltos e arrastões, os moradores ficavam sentados na calçada até tarde, muitas vezes ouvindo contadoras de histórias, como Noêmia Nunes, já falecida, desfiar relatos sobre homens que viravam lobos. As crianças, quietas na esteira estendida nas calçadas, prestavam atenção a tudo. …Ler mais.

Do tempo do salamim

Francisco Gomes de Nero, o Chiquinho, entrega a idade quando utiliza o salamim (ou celamim) para se referir a quantidade de farinha que sua fazenda produzia. Essa antiga medida, de origem árabe, foi utilizada em Portugal e no Brasil até a segunda metade do século XIX. No Nordeste, avançou pelas primeiras décadas do século XX, pois não havia balanças e a farinha e grãos eram comercializados em compartimentos de madeira, divididos em litros, salamim (14 litros) e saco (quatro salamins). Só os antigos sertanejos sabem disso. Seu Chiquinho, aos 96 anos, é o morador mais velho de Cedro de São João (SE).

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A casa dos Almeida

O imóvel considerado o número um de Jeremoabo fica na rua da Matriz 116, atrás da Igreja de São João Batista. Ele tem o sobrenome de seus proprietários e é conhecido como Casa dos Almeidas. Sua preservação é feita por Sebastião Gonçalves Passos e sua mulher Antonieta, descendente dos antigos donos. O casal mora no imóvel vizinho.

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