Autor: Paulo Oliveira

Geólogo responsabiliza padres por protestos

O geólogo João Carlos de Castro Cavalcanti, 71 anos, voltou a procurar minérios após passar quatro anos fora do mercado e do noticiário. Ele conta que isto ocorreu devido ao período sabático cumprido por exigência de ex-sócios e de grupos empresariais que adquiriram a parte dele em empresas e em grandes projetos de mineração, o que o alçou à lista de bilionários da revista Forbes. A última vez que ele apareceu no ranking dos brasileiros ricos  foi em 2014. Estava em 70º lugar entre 150 pessoas.

O retorno à procura de novas riquezas, através da empresa Companhia Vale do Paramirim (CVP), tem lhe rendido dissabores. Com fama de ser “polêmico, exibicionista, brigão e de exagerar nas histórias que conta”, conforme registrou reportagem do jornal Estado de S. Paulo, em 2008, João Cavalcanti foi acusado pelos moradores de Taquaril do Fialho, comunidade centenária e produtiva do município de Licínio de Almeida (BA), de cometer ações arbitrárias, visando explorar minério de ferro e manganês na região. Os agricultores temem que o empreendimento cause danos ambientais de grandes proporções em área de recursos hídricos.

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Vídeo mostra como preparar o superpastel

Lucelma Ribeiro, a Selma, 47 anos, ficou famosa por fazer pastel gigante. Saboroso, imenso e barato, ela ganhou fama a partir da comunidade de Capinal Salvador, em Malhada de Pedras, no sudoeste baiano. A pandemia fez os fregueses sumirem e a cozinheira fechar sua lanchonete. Ela, no entanto, promete voltar a produzir os salgados que deixaram saudade na próxima semana.

A pedido de Meus Sertões, Selma fez um vídeo mostrando como se prepara o pastel. No entanto, sem o tacho que costuma usar, ela preparou o pastel tamanho médio para que ele pudesse caber na panela utilizada por ela. A crocância se deve a um segredo que ela revela: duas colheres razas de cachaça.

Veja a receita e faça o seu próprio lanche. Leia a história de Selma

 

 

O pastel gigante

Após participar de um evento em Malhada de Pedras, cidade do sudoeste baiano, a jornalista e discotecária Ana Paula Marques, a Paulinha Chernobyl, aceitou o convite de uma amiga para passar o final de semana em um sítio na comunidade de Capinal Salvador. Levada pela também jornalista Natália Silva para comer algo na única lanchonete existente no local, Paulinha se admirou com o tamanho do pastel que lhe foi servido: o quitute gigante era maior do que o rosto dela.  A DJ tirou fotos e postou em suas redes sociais.

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Dan, o cineasta

O pequeno Dan andava pela casa com uma câmera feita de caixa de papelão. Filmava tudo que a imaginação permitia. Se o equipamento desmanchasse, fazia outro. Nos meses de janeiro, quando o grupo de reisado do bairro Tiracolo visitava o terreiro de candomblé vizinho, ouvia os cânticos e corria à porta. Acabou gravando na memória as cenas que a máquina de brinquedo não registrava.

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Saúde não resiste à Covid-19

Saúde e Bonito não resistiram a mais um dia sem a Covid-19. As duas cidades registraram casos com locais prováveis de infecção em Salvador (BA) e em Minas Gerais, respectivamente. De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde da Bahia, Lajedinho aguarda a validação do município para um outro caso, sendo mantido na lista das cidades ainda sem registro de infecção por coronavírus.

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O mapa da saúde

Saúde é uma das poucas cidades que ainda não foram atingidas pela Covid-19 na Bahia. Com 12.913 habitantes (população estimada pelo IBGE em 2019), localizada a 353 km de Salvador, o município tem apenas 18,6% de domicílios com esgotamento sanitário adequado e índice de mortalidade infantil (23,08 para mil nascidos vivos, segundo dados de 2017 do Datasus), que o coloca em 81º lugar no estado.

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