Autor: Helenita Monte de Hollanda

Rastros místicos

Há uma antiga crença, que atravessa séculos e continentes, na qual o rastro de uma pessoa pode ser usado para prejudicá-la.  E que da areia do rastro é possível fazer feitiços e remédios para curas diversas. É sobre isto que a médica e pesquisadora de cultura popular, Helenita Monte de Hollanda, discorre neste vídeo e conta casos que vão do sertão à Oceania. De quebra, revela uma reza feita sobre rastros usada para curar dor de dente e outros males, que aprendeu com afamado rezador Pedro Santinho.

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Barro da salvação

Maria do Carmo dos Santos,  a Neguinha, 46 anos, aprendeu a trabalhar com barro com a mãe e a avó aos sete anos. Trabalhava com peças miudinhas para crianças brincar. Aos 10, começou a fazer panelas grandes. O artesanato, porém, não garantia a subsistência dela é da família. Isto porque recebia muito pouco pelas peças que produzia – R$ 40 o cento de panelas.

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A vingança

Cristino Gomes da Silva Cleto, o Corisco, havia deixado o cangaço para servir a um coronel na região da atual cidade de Senhor do Bonfim, na Bahia. Além de prestar serviços ao patrão, matava animais para vender as carnes. Foi aí que passou a ser perseguido pelo delegado Herculano Borges, que cobrava impostos indevidos.

Corisco se rebelou contra a atitude do policial e foi preso, prometendo vingança. A perseguição de Homero atingiu pessoas próximas ao “Diabo Louro”, que voltou a ser cangaceiro e cumpriu a promessa contra o delegado.

Acompanhe a entrevista feita por Helenita Monte de Hollanda, médica e pesquisadora de cultura popular, e Biaggio Talento, jornalista, com o pesquisador potiguar Múcio Procópio.