Autor: Abel Serafim

Fios da memória

Tempo bom aquele quando me sentava na calçada da casa da minha vó ou das amigas dela para ouvir causos do passado que se misturavam com o presente. Era, sempre, por volta das três da tarde até a boquinha da noite, quando o sol começava a se despedir no horizonte. De lá, dava para ver, na primavera, as pétalas amarelas dos pés de Ipê.

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