A feira como símbolo de resistência

A feira como símbolo de resistência

Professor de história, escritor e integrante da Academia de Letras de Paulo Afonso (BA), Alcivandes Santana se divide entre estudos acadêmicos e a cultura popular. Residente no município de Santa Brígida, entre Jeremoabo e a terra das hidrelétricas, o historiador também se especializou em temas relacionados à religiosidade local. Ele é autor dos livros “O messianismo de Pedro Batista” e “Madrinha Dodô: 20 anos de Saudades – 101 Benditos de Romarias e Penitências”.

Atuante nos meios de comunicação e redes digitais, Alcivandes possui canais no Facebook, Instagram, páginas na internet e apresenta programas diversos. O vídeo sobre a feira de Santa Brígida, compartilhado com Meus Sertões, é um de seus trabalhos mais recentes. Nele, o historiador ressalta que ela é um ato de resistência em tempos de comércio digital e shopping centers. Outros aspectos interessantes da análise de Alcivandes Santana são as definições da feira livre como ponto de encontro e local onde se desvela a cultura de um lugar.

Apreciem o vídeo da produtora Iza, com trilha sonora da banda de pífano Bendegó.

Jornalista, editor, professor e consultor, 59 anos. Suas reportagens ganharam prêmios de direitos humanos e de jornalismo investigativo.
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2 reflexões sobre “A feira como símbolo de resistência”

  1. Bianca SofiaDisse…
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    Meu pai , que orgulhoooo, que toda a cultura que você carrega no peito com muito amor e sabedoria alcance lugares inimagináveis , que vá cada vez mais longe a cultura e a beleza que o o senhor vê nela , beijos de sua fã número um , sua pirulitinho❤️

    1. Paulo OliveiraDisse…
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      Seu pai é uma figura fundamental para a história da região e de Santa Brígida. Compartilho contigo, Bianca, essa alegria.

      Paulo – editor do site Meus Sertões

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