Ano: 2022

Cadê o prefeito?

Capítulo 3: Na calçada

Leonardo Lima e Luísa Carvalho

Entre os dias 5 e 8 de outubro do ano passado, Luísa enviou mensagens e ligou duas vezes para o prefeito de Correntina Nilson José Rodrigues (PCdoB), conhecido como Maguila. Ele não retornou as chamadas.  Outras quatro ligações foram feitas pelo pai dela, Marcos Carvalho, e só uma vez ele atendeu. Marcamos de entrevistá-lo no dia 9, sábado, bem cedo.

A primeira coisa que fizemos ao chegar no município, foi achar a casa do prefeito, com quem tínhamos uma entrevista marcada para antes das 8h. Correntina, no oeste baiano, tem cerca de 30 mil habitantes. É uma cidade pequena e, principalmente em seu centro, é bem fácil achar a casa de alguém minimamente conhecido.

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Viva São Sebastião, o padroeiro contra a peste e a fome!

Uma quantidade imensa de cidades e distritos veneram São Sebastião, cuja data é celebrada hoje, na Bahia: São Sebastião do Passé, Cocos – onde também homenageado ao ter seu nome em um hospital público, uma clínica particular e uma rua – Seabra e Palmeiras (Chapada Diamantina), Belo Campo, Brumado, Algodões (distrito de Quijingue), Caturama, Ibiassucê, Alcobaça, Caravelas, Ilhéus, Itambé, Trancoso e Caraíva (distrito e comunidade de Porto Seguro), Igaporã, Paxo (distrito de Paramirim), Cumuruxatiba, Barreiras, Maraú, Mascote, Barra do Rocha, Pau a Pique (município de Casa Nova), Porto Novo (Santana) e Una.

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Covid faz prefeitura cancelar Lavagem de Ichu

A prefeitura de Ichu decidiu cancelar a Lavagem da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, que seria realizada na primeira semana de fevereiro, por causa da pandemia de covid-19, causada pela cepa Ômicron. Desde o início da pandemia, em março de 2020, até hoje, a cidade registrou 469 casos da doença e quatro mortes. Nas últimas 24 horas, o número de casos teve acréscimo de 2, 45%, e em cinco dias aumentou 4,24%.

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Garra jornalística

Entre agosto e novembro de 2021, Paulo Oliveira, editor de Meus Sertões, e a professora Lívia de Souza Vieira, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), orientaram Leonardo Lima dos Santos e Luísa da Silva Carvalho, estudantes de jornalismo na produção, reportagem e edição do podcast “Guerra da água”, que mostra como o agronegócio ameaça conservação do bioma e subsistência de comunidades tradicionais no cerrado baiano.

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Puro talento

A pedido de Meus Sertões, Leonardo Lima dos Santos e Luísa da Silva Carvalho, autores do podcast “Guerra da água”, fizeram seus próprios perfis. Conheça mais um pouco sobre os vencedores da 13ª edição do Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, criado pelo Instituto Vladimir Herzog. Eles investigaram como o agronegócio está secando os rios no oeste da Bahia.

Leonardo Lima – Estudante de jornalismo na Universidade Federal da Bahia (UFBA), nasceu em São Paulo, mas mora na Bahia desde os cinco anos. Durante o ensino médio decidiu cursar algo que permitisse estar sempre estudando novos assuntos e, felizmente, optou pelo jornalismo. Dentre as coisas que não viveria sem estão aipim frito, Legião Urbana e viagens com perrengue. Já fez dois mochilões com seu pai pela América Latina, passando pelo Chile, Argentina e Peru. Apaixonado por Machado de Assis e por Elis Regina, tem certeza que os dois seriam as primeiras pessoas com quem conversaria caso máquinas do tempo existissem. Atualmente está no sétimo semestre do curso, desenvolvendo o TCC com o tema jornalistas-celebridades. Tem 21 anos, o melhor irmão do mundo (Dudu) e nunca teve um bichinho de estimação. Estagia no jornal A Tarde, apesar de nunca ter pisado no prédio da empresa.

Luísa Carvalho – Entre o mar e o sertão, nasceu em Salvador e se mudou para Santana, no extremo oeste da Bahia, aos dois anos. Desde então, se divide entre as duas cidades e tenta aprender com o melhor delas. Sempre gostou de ser meio especialista em generalidades, o que tornou fácil a escolha por cursar jornalismo, que estuda na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Aprendeu a ler com os gibis da Turma da Mônica e, desse momento em diante, se tornou uma exímia traça de livros. Lê de tudo, até bula de remédio. Mas tem uma preferência especial pela escrita de Lygia Fagundes Telles, João Guimarães Rosa e Gabriel Garcia Marquez. Meio indecisa, gosta de experimentar de tudo um pouco e não se dá bem com decisões definitivas. Dentro da comunicação, ainda está se encontrando. Já teve experiências em redação, rádio, agência de assessoria de imprensa, faz ‘frila’ de vez em quando e pretende ir testando suas habilidades por aí em diferentes áreas. De uma coisa tem certeza: Não há nada melhor do que prosear com sua avó tomando um café quentinho passado por ela.

BASTIDORES DA REPORTAGEM

Capítulos I e II Capítulo III Guerra da água