Mês: novembro 2021

Caminhos da educação

Ficha técnica:

Autor: Valéria Propato
Fotos: Vários autores
Edição: Marta Pagotto
Total de páginas: 132

 

 

 

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Resumo: A jornalista Valéria Propato fez para o Instituto Ayrton Senna um livro que documenta programas educacionais implementados em todo o Brasil e revela panorama da escola pública.

DOAÇÕES

O livro é gratuito. No entanto, quem quiser ajudar na manutenção e na sustentabilidade do projeto Meus Sertões pode depositar qualquer valor na seguinte conta bancária:

Banco Bradesco
Agência: 026
Conta: 232179-3
Titular: Paulo Oliveira
CPF: 772.528.377-34

Educação pública

José Rinaldo Trajano de Oliveira, 14 anos, órfão de pai e mãe, tirava o sustento dele do lixão de São Bento do Una, cidade do semiárido pernambucano a 206 quilômetros de Recife. Um dia, a professora fez um trato: forneceria material reciclável para ele vender e ter renda para se alimentar desde que deixasse de ir com frequência ao local onde eram descarregados os resíduos da cidade e passasse a assistir todas as aulas.

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A Canudos do sul

Três mil quatrocentos e oito quilômetros separam a Canudos de Antônio Conselheiro da cidade homônima que homenageia o frei e missionário Francisco Luiz Kunrath, que atuou na Indonésia e no Timor do Leste. A viagem entre as duas cidades leva pelo menos trinta e quatro horas de carro, mas as diferenças culturais, sociais e econômicas são imensas.

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Uma roça de candomblé em colônia alemã

O motorista de aplicativo passa direto pela chácara com muro de tijolos aparentes e garagem com porta de aço azul escuro.  Ele não percebe as quartinhas na entrada da propriedade. A roça de candomblé do pai de santo Cristiano Pessoa Borges, 43 anos, fica a 20 quilômetros do centro de Santa Cruz do Sul (RS), na povoação Quarta Linha Nova Baixa, uma comunidade de descendentes de trabalhadores rurais alemães.

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As religiões

afro-gaúchas

A introdução de escravos no Rio Grande do Sul começou na primeira metade do século XVIII [1], segundo o doutor em antropologia Ari Pedro Oro [2]. Os primeiros escravizados vieram do Paraguai e do Uruguai, depois foram trazidos de outros estados brasileiros. Eles trabalhavam na agricultura, nas estâncias e na produção de charque. Com a chegada dos colonos alemães em 1824 e dos italianos em 1875 o percentual da população negra  diminuiu.

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