Mês: abril 2021

A história do projeto Minha Cidade

“Desmitificar, recontar e valorizar a história local. Parabéns. Esse trabalho é magnífico”. O comentário feito por @Ugomengo dá uma ideia do prestígio e da importância da página “Minha Cidade Senhor do Bonfim”, criada no Instagram e no Facebook, por Alex Barbosa, 43 anos. O conteúdo, que atraiu até ontem 11.161 seguidores nas duas redes sociais, desperta emoções e faz os fãs recordarem histórias do tempo de criança.

…Ler mais.

Terra cobiçada

Manoel Cardoso dos Passos, que passou dos 80 anos faz tempo, carrega consigo desconfiança e medo. Um dos moradores mais antigos da comunidade quilombola Baixa dos Quelés, em Jeremoabo (BA), lembra de ter perdido grande parte de sua propriedade para um latifundiário. O descrédito fica por conta dos governantes que, segundo ele, privilegiam os mais ricos. O pavor é de ficar sem nada, pois até hoje o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) não demarcou a área, o que permite contestações de supostos proprietários.

…Ler mais.

Fábrica de mel quilombola pode ser desativada

O município de Jeremoabo é o segundo maior produtor de mel da Bahia. Dados de 2019, disponíveis pelo IBGE, mostram que o município comercializou 474 toneladas do produto e arrecadou R$ 2,8 milhões. Só os 46 abelheiros ligados à Associação dos Agricultores e Familiares Remanescentes de Quilombolas das comunidades Baixa da Lagoa, Olhos D’Água e Quelés produziram 9,5 toneladas, no ano passado. A criação de abelhas é hoje a principal atividade econômica dessas localidades.

…Ler mais.

Audiolivro sobre o povo Tuxá

Catarina Maria, Estelita, Tereza Eduardo são anciãs da etnia Tuxá. Ela e outros idosos da Aldeia Kiniopará dão depoimentos sobre a infância, o alagamento de Rodelas e as dificuldades que enfrentaram na mudança para Ibotirama, no oeste baiano, incluindo a separação de suas famílias. Essas histórias, poemas e músicas fazem parte do audiolivro “Tuxá Kiniopará: um presente do passado para o futuro”, que acaba de ser lançado. A obra está disponível no You Tube e no Spotify. …Ler mais.

Um passeio pela Baixa dos Quelés

As viagens feitas por Meus Sertões para apuração de reportagens são chamadas de expedições. No início, duravam entre quatro e sete dias. Posteriormente, passaram a ter até duas semanas de duração. A ida a Jeremoabo foi a terceira expedição, realizada em outubro de 2016. Pisávamos pela primeira vez em um quilombo sertanejo. Embora focado na Baixa dos Quelés, ele é formado por outras comunidades: Baixa da Lagoa e Olho d´ Água, reconhecidas em conjunto pela Fundação Palmares, e Carobinha, surgida posteriormente.

…Ler mais.