Mês: novembro 2020

Pagando pecados

A culpa nos colocou na terra e nos fechou as portas do paraiso. A vida eterna é certeza dos cristão que partem deste mundo em conciliação com Deus, quite com a sua história.

Mas há o purgatório! Esta grande “invenção” medieval que nos coloca em compasso de espera a arder em fogo e pagar por erros ainda passíveis de perdão e que abriga almas desconsoladas capazes de salvação.

No dizer da nossa amiga, ainda se pode cumprir na terra o que ficou a dever, sem se livrar do fogo que castiga.

Na narrativa de Dona Zifa a doutrina é recheada de fantasias e espantos, uma “exempla” a querer ensinar que “aqui se faz e aqui se paga”, mesmo depois de morto.

De Caldas do Jorro, município de Tucano, em visitas cheias de assuntos em sua varanda, Dona Zifa conta histórias incríveis com seu falar de mulher experiente, sabida das coisas. Vejamos o que nos revelou a amiga do sertao baiano, a ensinar para o mundo os pesares de um cidadão que enganou uma moça e teve que pagar mesmo depois de morto em trânsito curioso entre a terra e o purgatório.

 

A magia dos contos de Franklin Carvalho

A banda de rock Pholhas, criada em 1969 por músicos brasileiros que cantavam e compunham em inglês, “estourou” nacionalmente com a música “My Mistake” (“Meu erro” em português), de Hélio Santisteban e Oswaldo Malagutti, dois de seus quatro componentes. O compacto duplo no qual estava incluída a canção, carro-chefe do grupo até hoje, vendeu 450 mil cópias em três meses, segundo o dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

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