Luta contra a Covid 19 prevê brigada médica e restrição de tráfego

Luta contra a Covid 19 prevê brigada médica e restrição de tráfego

O quarto boletim do Comitê Científico do Consórcio Nordeste faz novas propostas de ações de combate ao novo coronavírus para governadores e prefeitos nordestinos.

A primeira é a criação de uma brigada emergencial de saúde, visando aumentar o contingente de médicos e de profissionais de saúde em função, principalmente, da vulnerabilidade social e da escassez de médicos das cidades no interior dos estados.

A ideia é aproveitar o contingente de cerca de 15 mil médicos brasileiros formados no exterior e que precisam de ter seus diplomas validados. Diante disso, o comitê recomenda aos governadores a criação de programa de adaptação formativa, com complementação curricular, que assegure um rígido processo de avaliação. O programa faria parte da brigada emergencial e os profissionais inscritos atuariam sob supervisão.

Aplicativo Monitora Covid-19
Aplicativo Monitora Covid-19

A segunda proposta é o aumento do rigor de restrição de tráfego nas rodovias do Nordeste. Isso incluí a proibição do tráfego intermunicipal e interestadual, garantindo apenas os serviços essenciais como transporte de alimentos e matérias de saúde. Em matéria anterior, o site Meus Sertões constatou que cidades como Monte Santo e Filadélfia, dentre outras, passaram a registrar casos após ônibus regulares e clandestinos levarem passageiros de São Paulo, epicentro da doença no país, para o sertão.

As duas últimas recomendações estão relacionadas a mais investimentos na compra de equipamentos de proteção individuais e testes rápidos para identificar a infecção para os profissionais de saúde e a implantação imediata do aplicativo Monitora Covid-19 em todas a região, ampliando as possibilidades de diagnóstico precoce, isolamento de casos confirmados e monitoramento das áreas de contágio.

Jornalista, 57 anos, traz no sangue a mistura de carioca com português. Em 1998, após trabalhar em alguns dos principais jornais, assessorias e sites do país, foi para o Ceará e descobriu um novo mundo. Há dez anos trabalha na Bahia, mas suas andanças não param. Formou comunicadores populares nas favelas do Rio e treinou jornalistas em Moçambique, na África. Conhece 14 países e quase todos os estados brasileiros. Suas reportagens ganharam prêmios de direitos humanos e de jornalismo investigativo.
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