Dia: 19 de dezembro de 2017

O guardião da memória

Faz tempo que Jeová Pinto de Santana, 74 anos, deixou de participar dos adjutórios em Itatim, cidade baiana que já se chamou Tanquinho. Ele lembra que era comum as pessoas quebrarem licuri nos dias úteis e no final de semana receberem amigos e vizinhos para um “djutório” (ajuda) para descascar o coquinho do licurizeiro, usado para fazer óleo, doces, licores. O trabalho feito com alegria era regado a uma boa refeição e, no final, comemorado com cantigas de rodas e samba. Hoje, é coisa raríssima, praticamente extinta.
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