No Ceará é assim

No Ceará é assim

O vigilante da Universidade Federal do Ceará (UFC) Pedro Jorge começou a tomar gosto pela fotografia em 2014, quando começou a fazer um curso de fotografia, na Casa Amarela. Investiu em seus estudos e passou a aproveitar as viagens que fazia a convite de amigos, principalmente pelo interior do Ceará.

Pedro Jorge Nascimento, fotógrafo cearaense.

Em viagem recente a Assaré, a oeste da Chapada do Araripe, no sul do estado, via a cena que se transformou na foto vencedora do 1º concurso Meus Sertões de Fotografia. Parou o carro e registrou.

“Essa viagem deu certo. Fui convidado por uma amiga e pretendo voltar lá outras vezes. Meu objetivo nos próximos dois anos, três anos, é conhecer uma boa parte do Ceará e outros estados. Já tenho outras viagens agendadas. Próxima semana estou indo para o Piauí, para Pedro Segundo” – revela. O município é chamado de “Suíça piauiense” por causa do clima serrano.

Igrejas e romeiros são os temas preferidos deste cearense de Fortaleza, divorciado e pai de dois filhos, que não anda sem uma máquina fotográfica. Uma portátil para registrar cenas na capital e um equipamento melhor para o que é produzido no interior.

“Acho muito legal a vida do pessoal das cidades do interior. Gosto de conversar com os moradores e tirar fotos das cidades. Por causa disso, estou sempre pesquisando coisas sobre o sertão” – diz.

A maior parte da produção de fotos de Pedro é colocada no Instagram (pnasc.photographer) e merece uma visita. Também é dele a exposição “No Ceará é assim”, que estreia na seção Galeria e ficará exposta até o dia 13/12.

EXPOSIÇÃO

Jornalista, 58 anos, traz no sangue a mistura de carioca com português. Em 1998, após trabalhar em alguns dos principais jornais, assessorias e sites do país, foi para o Ceará e descobriu um novo mundo. Há dez anos trabalha na Bahia, mas suas andanças não param. Formou comunicadores populares nas favelas do Rio e treinou jornalistas em Moçambique, na África. Conhece 14 países e quase todos os estados brasileiros. Suas reportagens ganharam prêmios de direitos humanos e de jornalismo investigativo.
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