Vida digna no semiárido

Vida digna no semiárido

“Muitas pessoas pregam uma imagem negativa do semiárido, eu mostro que com simplicidade é possível viver bem, de forma digna e sustentável”.

Abelmanto Carneiro, agricultor

A Fazenda Colher de Pau, na Comunidade Mucambo, em Riachão do Jacuípe, nos ensina que é possível conviver com o semiárido, mas que é preciso se preparar para isto. Cursos e equipamentos doados por ONGs e programas de governo são de real importância, mas o produtor também tem que investir recursos para sua propriedade suportar os efeitos da estiagem prolongada.

Dono de 10 hectares da fazenda, herança que foi dividida com os irmãos, Abelmanto Carneiro de Oliveira, 44 anos, também aposta em inovações e tecnologias, que atraem milhares de visitantes do Brasil e do exterior. Vale a pena conhecer um pouco deste pedaço de terra que mostra ser possível viver com dignidade no semiárido. Um bom passeio.

P.S – As fotos de Paulo Oliveira foram feitas em dezembro de 2016, início da apuração do Especial Seca. As cedidas por Abelmanto são do decorrer do mesmo ano, em meses diferentes.

Facebook do Projeto Vida do Solo

 

Jornalista, 57 anos, traz no sangue a mistura de carioca com português. Em 1998, após trabalhar em alguns dos principais jornais, assessorias e sites do país, foi para o Ceará e descobriu um novo mundo. Há dez anos trabalha na Bahia, mas suas andanças não param. Formou comunicadores populares nas favelas do Rio e treinou jornalistas em Moçambique, na África. Conhece 14 países e quase todos os estados brasileiros. Suas reportagens ganharam prêmios de direitos humanos e de jornalismo investigativo.
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