O perfil de Micael

O perfil de Micael

Micael Aquillah, 26 anos, natural de Vitória da Conquista (BA) é aluno do curso de cinema e audiovisual da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e atua como fotógrafo desde 2009. É dele o trabalho que publicamos hoje (26/1/2017) e que ficará exposto na seção Galeria, na primeira página do site. Intitulado Arredores, o ensaio propõe reflexão sobre as transformações culturais das comunidades nordestinas, especificamente nas cidades do baianas.

As imagens de Arredores foram feitas nas cidades de Belo Campo, Caetanos – incluindo a comunidade de Riachão da Vargem -, Itambé, Itapetinga, Ituaçu, Vitória da Conquista. O objetivo é transformá-las em livro e em projeto de mestrado.

Aquillah é autor de outros três trabalhos.

Kûara, palavra tupi que significa toca e forma o nome  de Ibicoara, na Chapada Diamantina, consiste na documentação do cotidiano dos moradores do município. Durante cerca de dois anos, o fotógrafo acompanhou os agricultores, a feira livre e participou de festas da comunidade.

Urbanos, em fase de desenvolvimento, explora as contradições entre indivíduos, sociedade, capitalismo e a busca por felicidade.

Por fim, em Pescadores, é retratada a pesca artesanal e os problemas enfrentados por marisqueiras e pessoas que vivem da pesca artesanal.

pesquisa e site

Micael Aquillah é pesquisador do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Condições de Vida e Direitos Humanos na Bahia, projeto vinculado a Uesb e integra o projeto de pesquisa Genealogia: os limites entre a Fotografia e Pintura.

Além disso, participou de exposições de fotografia em Vitória da Conquista (BA), Salvador (BA) e Porto Alegre (RS) e publicou fotos no catálogo Transversalidades 2016 / Fotografia sem Fronteiras na cidade da Guarda em Portugal.

Exposição O projeto Site de Micael

 

Jornalista, 58 anos, traz no sangue a mistura de carioca com português. Em 1998, após trabalhar em alguns dos principais jornais, assessorias e sites do país, foi para o Ceará e descobriu um novo mundo. Há dez anos trabalha na Bahia, mas suas andanças não param. Formou comunicadores populares nas favelas do Rio e treinou jornalistas em Moçambique, na África. Conhece 14 países e quase todos os estados brasileiros. Suas reportagens ganharam prêmios de direitos humanos e de jornalismo investigativo.
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