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Identidade nordestina

Nesta entrevista para Meus Sertões, a estudante de jornalismo  Camila Gabrielle, 21 anos, prestes a se formar, conta como surgiu o projeto “O sertão entre a flor e os espinhos”, nome do documentário que apresentará como TCC (trabalho de conclusão de curso), cujo tema são cidades, povoados e moradores do sertão sergipano.

Camila revela ainda como os nordestinos são vistos no sul do país, onde estuda. Angústia, saudades e simplicidade também são temas desta conversa com a jovem baiana que nos inspirou a criar o projeto “Meus Sertões Universidade.”

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2º Concurso de Fotografia Meus Sertões

O 2º Concurso de Fotografia Meus Sertões tem como tema A ÁGUA NO SERTÃO. O objetivo é selecionar 20 fotografias expressivas sobre a importância da água, o consumo consciente, a denúncia de desperdício e o uso de novas tecnologias para a convivência com a seca no semiárido brasileiro. Estas fotos ficarão expostas na seção Galeria, na primeira página do site www.meussertoes.com.br, durante 90 dias, a partir da segunda quinzena de novembro de 2018.

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Ficha de inscrição para o concurso de fotografia

Meus Sertões

FICHA DE INSCRIÇÃO

2º CONCURSO MEUS SERTÕES DE FOTOGRAFIA

 

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Cidade:                                                              CEP:                                                          Estado:

Profissão:                                                          RG ou CPF:

E-mail:                                                               Telefone:                                                  Zap:

Título da foto inscrita:

Local onde a foto foi feita (povoado, distrito, cidade, estado):

Equipamento utilizado:

Confirma a leitura e concordância com o regulamento?   (  ) Sim     (  ) Não

Data:

Assinatura:

 

Regulamento Autorização uso de imagem

 

 

 

Autorização de uso de imagem

TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM

Neste ato e para todos os fins de direito, autorizo o uso de minha imagem para fins de divulgação e publicidade do trabalho artístico e cultural, em caráter definitivo e gratuito, constante em fotos e filmagens,

As imagens poderão ser exibidas parcial ou totalmente, em apresentação audiovisual, publicações e divulgações, em exposições físicas ou em plataformas digitais, em concursos de fotografia e festivais, com ou sem premiações remuneradas nacionais e internacionais, assim como disponibilizadas no banco de imagens resultantes da pesquisa e na internet e em outras mídias futuras, fazendo-se constar o devido crédito ao fotógrafo.

Por ser esta a expressão de minha vontade, nada terei a reclamar a título de direitos conexos  a minha imagem ou qualquer outro.

Data:

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RG ou CPF:

Telefone:

Assinatura:

 

Regulamento Ficha de inscrição

Mais semiárido e menos cisternas

A Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA) foi criada no início dos anos 1990 e integra o comitê coordenador da Rede de Tecnologias Sociais. Mais de mil entidades de diversos segmentos – igrejas católicas e evangélicas, ONGs, ambientalistas, associações de trabalhadores rurais, associações comunitárias, sindicatos e federações – fazem parte da ASA, cujos principais projetos estão relacionados com a convivência com o semiárido, principalmente a construção de cisternas para estoque de água para consumo humano e produção de alimentos. …Ler mais.

Maranhão é incluído no semiárido

O semiárido brasileiro tem nova configuração desde 23 de novembro de 2017. A avaliação levou em conta critérios como o percentual diário de déficit hídrico, índices pluviométricos e aridez. O grupo de técnicos ressalvou que faltam estações adequadas para fazer as medições precisas destes índices e, por isso, seria melhor incluir as cidades que sofrem com a seca, mesmo sem a existência precisa de dados. Também dispensou a obrigatoriedade da presença do bioma caatinga para definir os noves limites da região. A medida foi aprovada pelo conselho deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

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Um pedaço do sertão no Rio

Há duas versões sobre o surgimento da Feira dos Nordestinos, oficialmente chamada de Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, que hoje é frequentada por cerca de 300 mil pessoas/mês, segundo seus organizadores.  Uma delas diz que a ela surgiu no dia 2 de setembro de 1945, quando o poeta paraibano e ex-combatente Raimundo Luiz do Nascimento, o Raimundo Santa Helena, leu o folheto “Fim da Guerra” para um grupo de soldados e nordestinos que aguardavam condução, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. …Ler mais.