Categoria: Outros Sertões

Ritos fúnebres

A morte: costumes, crenças e tradições fúnebres no sertão

Edcarlos  Araújo de Almeida

Muitas pessoas não gostam de falar da morte, muitas pessoas não se preparam para a morte, muitas pessoas tem medo da irmã morte. Ó morte, quem és tu? Por que trazes tanto pavor e medo, se és a única certeza que temos na vida?

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Rastros místicos

Há uma antiga crença, que atravessa séculos e continentes, na qual o rastro de uma pessoa pode ser usado para prejudicá-la.  E que da areia do rastro é possível fazer feitiços e remédios para curas diversas. É sobre isto que a médica e pesquisadora de cultura popular, Helenita Monte de Hollanda, discorre neste vídeo e conta casos que vão do sertão à Oceania. De quebra, revela uma reza feita sobre rastros usada para curar dor de dente e outros males, que aprendeu com afamado rezador Pedro Santinho.

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Rancho do Negro

“Meu nome é Juliana Pereira Porto. Tenho 20 anos e sou estudante. Nasci e me criei na zona rural de Rio do Antônio. Desde pequena tenho ligação com a casa da Fazenda Rancho dos Negro, que pertence a minha família. Ela fica ao lado de onde moro.

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Meu Mano

Convivi na infância com “Meu Mano”. Ele foi meu colega de escola. Filho de um casal de pescadores, morou em rancharias, onde o pessoal passava temporadas e ia para pescar. Seu nome verdadeiro é Antônio Carlos.

Ele se destacou como jogador de futebol, tocador de violão e compositor. No entanto, o que sempre gostou mais foi dançar. Nos anos 80, o pessoal fazia roda para ver ele dançando nas casas Kalimba, Casarão e 54. Ele inventava passos, não dançava igual a ninguém. “Meu Mano” é um personagem querido de Xique-Xique. O estilo dele é inigualável como vemos no vídeo abaixo.