Ginga com tapioca

A Redinha Velha, ali perto do encontro do mar com o belo Potengi, praia de pescadores e um passado ainda fresco de redes cheias de peixes graúdos, viu um dia as pequenas gingas que brilhavam saltitantes entre pescados de bons tamanhos, um excedente que muitas vezes era simplesmente enterrado para evitar mau cheiro e bagunças de gatos.

…Ler mais.

Barro da salvação

Maria do Carmo dos Santos,  a Neguinha, 46 anos, aprendeu a trabalhar com barro com a mãe e a avó aos sete anos. Trabalhava com peças miudinhas para crianças brincar. Aos 10, começou a fazer panelas grandes. O artesanato, porém, não garantia a subsistência dela é da família. Isto porque recebia muito pouco pelas peças que produzia – R$ 40 o cento de panelas.

…Ler mais.