Barro da salvação

Maria do Carmo dos Santos,  a Neguinha, 46 anos, aprendeu a trabalhar com barro com a mãe e a avó aos sete anos. Trabalhava com peças miudinhas para crianças brincar. Aos 10, começou a fazer panelas grandes. O artesanato, porém, não garantia a subsistência dela é da família. Isto porque recebia muito pouco pelas peças que produzia – R$ 40 o cento de panelas.

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Zé das baianas

Aos 60 anos de idade e quase 50 esculpindo peças no barro, o ceramista Taurino Silva, mais conhecido como Zé das Baianas, gosta de desafios. Convivendo com muitos artesãos em Maragogipinho, ele está procurando sempre criar coisas novas. Foi assim que nasceu sua peça mais famosa a “baiana com tabuleiro”, que hoje integra o acervo de arte popular brasileira do Museu do Folclore Edison Carneiro, instalado no Rio de Janeiro.

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As mandalas

Considerado o maior centro de artesanato em barro da América do Sul, o povoado de Maragogipinho, situado no município de Aratuípe, às margens do Rio Jaguaripe, no Recôncavo Baiano, tem sua atividade econômica voltada para a olaria com fabrico de peças tanto para fim decorativo quanto utilitário – as ruas do lugarejo são tomadas por esses ateliês que se seguem lado a lado.

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