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Barro da salvação

Maria do Carmo dos Santos,  a Neguinha, 46 anos, aprendeu a trabalhar com barro com a mãe e a avó aos sete anos. Trabalhava com peças miudinhas para crianças brincar. Aos 10, começou a fazer panelas grandes. O artesanato, porém, não garantia a subsistência dela é da família. Isto porque recebia muito pouco pelas peças que produzia – R$ 40 o cento de panelas.

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Rancho do Negro

“Meu nome é Juliana Pereira Porto. Tenho 20 anos e sou estudante. Nasci e me criei na zona rural de Rio do Antônio. Desde pequena tenho ligação com a casa da Fazenda Rancho dos Negro, que pertence a minha família. Ela fica ao lado de onde moro.

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Meu Mano

Convivi na infância com “Meu Mano”. Ele foi meu colega de escola. Filho de um casal de pescadores, morou em rancharias, onde o pessoal passava temporadas e ia para pescar. Seu nome verdadeiro é Antônio Carlos.

Ele se destacou como jogador de futebol, tocador de violão e compositor. No entanto, o que sempre gostou mais foi dançar. Nos anos 80, o pessoal fazia roda para ver ele dançando nas casas Kalimba, Casarão e 54. Ele inventava passos, não dançava igual a ninguém. “Meu Mano” é um personagem querido de Xique-Xique. O estilo dele é inigualável como vemos no vídeo abaixo.

 

A vingança

Cristino Gomes da Silva Cleto, o Corisco, havia deixado o cangaço para servir a um coronel na região da atual cidade de Senhor do Bonfim, na Bahia. Além de prestar serviços ao patrão, matava animais para vender as carnes. Foi aí que passou a ser perseguido pelo delegado Herculano Borges, que cobrava impostos indevidos.

Corisco se rebelou contra a atitude do policial e foi preso, prometendo vingança. A perseguição de Homero atingiu pessoas próximas ao “Diabo Louro”, que voltou a ser cangaceiro e cumpriu a promessa contra o delegado.

Acompanhe a entrevista feita por Helenita Monte de Hollanda, médica e pesquisadora de cultura popular, e Biaggio Talento, jornalista, com o pesquisador potiguar Múcio Procópio.