Mês: fevereiro 2020

A pousada e o claustro – Série: parte 5

O badalar do sino da igreja de Nossa Senhora Divina pastora, chamando os monges para o Ofício das Vigílias, se une a sinfonia de passarinhos, iniciada pelo menos 40 minutos antes, no jardim do Mosteiro de Jequitibá. Despertar dessa maneira é um privilégio para os hóspedes da Pousada São Bernardo e da hospedaria do claustro, que recebem pessoas interessadas em descanso, paz, recolhimento, contemplação e orações. Ótima opção, por exemplo, para quem prefere se manter distante do Carnaval nesta época do ano.

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O monge holístico – Série: parte 4

Quando o Mosteiro de Jequitibá foi fundado pelos cistercienses, em 1939, havia um padre médico que atendia a comunidade e moradores de povoados vizinhos. Atualmente, o serviço de saúde é feito pelo monge terapeuta Antônio Fraga de Lima, 62 anos, especializado em 11 tipos de tratamentos – dentre eles a quiropraxia, iridologia e acupuntura -, além da manipulação de produtos naturais e orientação alimentar.

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Praia em tempo de trovoadas

O agricultor aposentado Rui Oliveira acorda cedo para fazer caminhadas e leva sempre consigo o celular para fazer fotografias do distrito de Barreiros, em Riachão do Jacuípe (BA), onde mora. Desde que adotou a fotografia como hobby, ele produziu cerca de mil fotografias da localidade que ficou conhecida por realizar a festa anual de vaqueiros.

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Os dois museus do mosteiro – Série: parte 3

O Mosteiro de Jequitibá, no povoado do mesmo nome, no município de Mundo Novo (BA), tem dois museus. Mantidos pelos monges cistercienses, o primeiro é o de arte sacra, que também possui objetos da primeira escola fundada pelos religiosos. O segundo conta com um surpreendente acervo formado por fósseis, insetos, couros de cobras imensas, crânios e animais empalhados, a maioria dos exemplares faz parte da fauna da fazenda de 3.300 hectares doada para a construção do monastério. Muitos estão extintos.

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A corte celestial e a via-crúcis

O fotógrafo piauiense Sérgio Carvalho, 50 anos, trabalha sem pressa: um projeto dele pode levar mais de 10 anos para ser finalizado. Outras características de suas obras são a pegada humanista, as marcantes referências autobiográficas e a genialidade para criar abordagens inéditas para temas muito explorados. É o caso da exposição “Santo Sertão”, que estreia no próximo sábado, em Fortaleza (CE). A mostra retrata a religiosidade sertaneja em torno do mito Padre Cícero a partir de dois ensaios.

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