Ano: 2019

Romaria na Semana Santa

A menos de 15 dias do início da Semana Santa, Meus Sertões reconstitui com fotos o caminho da procissão que sai da Igreja do Sagrado Coração de Jesus e vai até ao Santuário da Santa Cruz, em Monte Santo (BA). A romaria, que reproduz a Via Sacra, foi o mesmo caminho percorrido pelos homens de Antônio Conselheiro, que o levaram de maca até o local onde o frei Apolônio de Toddi determinou, no século 18, a construção de um dos templos mais procurados pelos sertanejos na Sexta-Feira da Paixão e no dia de Todos os Santos, em novembro.

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Rastros místicos

Há uma antiga crença, que atravessa séculos e continentes, na qual o rastro de uma pessoa pode ser usado para prejudicá-la.  E que da areia do rastro é possível fazer feitiços e remédios para curas diversas. É sobre isto que a médica e pesquisadora de cultura popular, Helenita Monte de Hollanda, discorre neste vídeo e conta casos que vão do sertão à Oceania. De quebra, revela uma reza feita sobre rastros usada para curar dor de dente e outros males, que aprendeu com afamado rezador Pedro Santinho.

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Dodora, a santeira

No início dos anos 1980, andando pela trilha que ligava Morro Redondo à Fazenda Canavial, Maria Auxiliadora Carneiro Silva, a Dodora, se perguntava: “Meu Deus, será que eu vou ver o sexo dessa criança?” Naquela época não havia energia elétrica e ela, grávida, se guiava com um pedaço de pau na mão para saber se o caminho estava ali.

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O exemplo da rua do Beco

Os meios de comunicação tradicionais e até mesmo os mais recentes que não se desvencilham do modelo arcaico de jornalismo insistem em mostrar o Nordeste, mais precisamente o sertão, como um local miserável e fadado a insucessos e tragédias. Eles creem que a desgraça e a ignorância são os ingredientes para aumentarem a audiência, ganharem prêmios e prestígio. Raramente, mostram os problemas por aspectos alvissareiros.

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Barro da salvação

Maria do Carmo dos Santos,  a Neguinha, 46 anos, aprendeu a trabalhar com barro com a mãe e a avó aos sete anos. Trabalhava com peças miudinhas para crianças brincar. Aos 10, começou a fazer panelas grandes. O artesanato, porém, não garantia a subsistência dela é da família. Isto porque recebia muito pouco pelas peças que produzia – R$ 40 o cento de panelas.

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Rancho do Negro

“Meu nome é Juliana Pereira Porto. Tenho 20 anos e sou estudante. Nasci e me criei na zona rural de Rio do Antônio. Desde pequena tenho ligação com a casa da Fazenda Rancho dos Negro, que pertence a minha família. Ela fica ao lado de onde moro.

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