Especial seca

Especial seca

A série “Especial Seca” mostra a realidade dos produtores rurais e criadores de animais durante o período de estiagem no sertão baiano. Dos seis capítulos, cinco têm nomes de fazendas e sítios, com diferentes realidades.
O único que não segue esta regra é a entrevista com o padre Alberto, de Canudos, nascido da região e que, a partir de sua experiência com os  sertanejos, faz uma análise muito interessante sobre a convivência com o semiárido.

Publicada em 2017, a série é citada como exemplo para jornalistas que não se conformam com a versão oficial dos fatos. Segue abaixo os links de todas as reportagens:

Especial Seca – parte I
Fazenda Rebolão de Chorrochó (16/02/2017)
http://www.meussertoes.com.br/2017/02/16/o-chamado-da-agua/
Coordenada: A propriedade e o rebanho
http://www.meussertoes.com.br/2017/02/16/a-fazenda-e-sua-vizinhanca/

Especial Seca – parte II
Fazenda Riacho Fechado (23/02/2017)
http://www.meussertoes.com.br/2017/02/23/fazenda-riacho-fechado-macurure/

Fazenda Gatos de Macururé (24/02/2017)
http://www.meussertoes.com.br/2017/02/24/3101/

Especial Seca – parte III
Fazenda Alto do Leite (02/03/2013)
http://www.meussertoes.com.br/2017/03/02/fazenda-alto-do-leite/

Especial Seca – parte IV
Sítio Tomás, em Canudos (09/03/2013)
http://www.meussertoes.com.br/2017/03/09/sitio-tomas-em-canudos/
Coordenada: Passeio pelas terras de Afonso
http://www.meussertoes.com.br/2017/03/09/passeio-pelas-terras-de-afonso/

Especial Seca – parte V
‘A seca não é castigo de Deus’ (16/03/2017)
http://www.meussertoes.com.br/2017/03/16/3348/

Especial Seca – parte VI
Fazenda Pau de Colher (23/03/2017)
http://www.meussertoes.com.br/2017/03/23/fazenda-pau-de-colher                                                         Coordenada: Vida digna no semiárido
http://www.meussertoes.com.br/2017/03/23/vida-digna-no-semiarido/

Jornalista, 57 anos, traz no sangue a mistura de carioca com português. Em 1998, após trabalhar em alguns dos principais jornais, assessorias e sites do país, foi para o Ceará e descobriu um novo mundo. Há dez anos trabalha na Bahia, mas suas andanças não param. Formou comunicadores populares nas favelas do Rio e treinou jornalistas em Moçambique, na África. Conhece 14 países e quase todos os estados brasileiros. Suas reportagens ganharam prêmios de direitos humanos e de jornalismo investigativo.
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