Mês: julho 2019

Pescadores em barragem

Pescadores do rio São Francisco, que agoniza lentamente, conseguem sobreviver de seu trabalho em raros redutos. Um deles é no lago da barragem da Usina Hidrelétrica de Itaparica (hoje chamada de Luiz Gonzaga), no rio São Francisco, entre os estados de Pernambuco e Bahia. Lá, conseguem pescar tilápias, curimatãs, caris e piranhas, que são vendidos as feiras das cidades de Floresta e Belém de São Francisco, no lado pernambucano.

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Ginga com tapioca

A Redinha Velha, ali perto do encontro do mar com o belo Potengi, praia de pescadores e um passado ainda fresco de redes cheias de peixes graúdos, viu um dia as pequenas gingas que brilhavam saltitantes entre pescados de bons tamanhos, um excedente que muitas vezes era simplesmente enterrado para evitar mau cheiro e bagunças de gatos.

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Novos olhares

A exposição “Malhada de Pedras: um retrato arquitetônico de sua história” foi organizada para celebrar a comemoração dos 57 anos de emancipação política do município de Malhada de Pedras, localizado na região Sudoeste da Bahia, a 689km da capital baiana. O trabalho foi produzido pela turma 2019 do curso técnico em Processos Fotográficos do Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães de Guanambi, sob a supervisão da professora e jornalista Natália Silva, colaboradora de Meus Sertões desde a criação do site.

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Romaria da Terra

A 42ª Romaria da Terra e das Águas, realizada em Bom Jesus da Lapa, a 779 quilômetros de Salvador, atrai todos os anos milhares de romeiros. Este ano o tema foi ““Terra, Água e Justiça: Direitos Sagrados”. O fotógrafo Severino Silva, parceiro de Meus Sertões, participou do evento, entre os dias 5 e 7 de julho, e produziu as fotos que fazem parte, a partir de hoje, da seção Galeria, na primeira página do site.

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Frei Damião: o homem

O padre italiano Pier Antonio Miglio, 65 anos, 40 deles dedicados aos sertanejos e ao sertão, conheceu bem seu conterrâneo Frei Damião. Nas dioceses de Paulo Afonso (BA) e Floresta (PE), ele teve a oportunidade de se encontrar várias vezes com o capuchinho, tendo inclusive recebido ele como hóspede em casa. Antonio desmistifica a imagem normalmente atribuída ao homem que está para ser santificado pelo papa Francisco:

“Eu tive a sorte de conhecer Frei Damião. Ele era realmente uma pessoa única no mundo dele, era uma graça. Nada a ver com o que diziam:  que ele não comia, que ele não pisava no chão, que ele fazia penitência. Na minha casa ele tomava refrigerante com todo gosto e botava os biscoitos champanhe no refrigerante ” – conta.

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