Mês: junho 2019

ABC do sertão

A quadrilha junina Forró do ABC, a mais antiga em atividade na capital baiana, se inspirou na obra de Graciliano Ramos para disputar os títulos dos campeonatos estadual, regional e nacional deste ano. O primeiro lugar no festival Galinho 2019, realizado pela TV Aratu, no início do mês, aumentou a confiança dos 150 integrantes no enredo “Ser Tão Bom”, livre adaptação do romance “Vidas Secas”.

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Toada para a Fábrica Peixe

O poeta e cantador José Cosme de Lima, o Zé Galego, 67 anos, vive hoje em um abrigo para idosos, em Arcoverde (PE). No entanto, só precisa de milésimos de segundo para reencontrar o passado, que ficou na terra natal, Pesqueira, a 43 quilômetros de distância, e de dois minutos para cantar a toada que fez sobre a fábrica Peixe, motivo de orgulho para os pesqueirenses por um século.

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Mestre Assis Calixto

É de coco que não é fruta – é samba – e de pedaço de pau, mulungu, pano, cascas, raízes, e disco de vinil virado em bicho e bonecos que vive Francisco de Assis Calixto Montenegro, o Mestre Assis Calixto, 74 anos. Aliás a música e o artesanato dão sustentação ao Coco Raízes da cidade de Arcoverde, a pouco mais de 250 quilômetros de distância de Recife, capital pernambucana.

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Forró no Rudela

No final dos anos 60, Luiz Gonzaga, em excursão pelas pequenas cidades sertanejas, cantava em praça pública patrocinado pelas prefeituras. Um dia fez um show no Rudela*. Naquela noite, o Clube dos Brancos, onde a maior estrela da música nordestina se apresentou, arreganhou suas portas para negros e índios. Todos dançaram, quebrando uma antiga e preconceituosa regra.

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