Mês: janeiro 2019

O resgate dos almanaques

A tese “Histórias e Leituras de Almanaques no Brasil”, da doutora em educação Margareth Brandini Park, nos brinda com um personagem fantástico. Seu Vicente, nascido em 1916, em uma cidade do interior, é filho de um colono de fazenda de café e de uma escrava liberta que carregava uma marca de ferro no seio feita a mando da sinhá para não atrair a cobiça de seu proprietário.

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A rainha das xiringas e dos ximangos

Elita da Silva Pereira, 63 anos, chega perfumada, com os cabelos soltos e unhas feitas, na matriz da empresa. Sua roupa tem bordados de flores nas mangas. No pescoço e no pulso, um cordão de ouro e um relógio. Está vestida desse jeito porque vai viajar para Vitória da Conquista, a 150 quilômetros de Condeúba, cidade do semiárido baiano. No entanto, não é assim que fregueses e fornecedores estão acostumados a vê-la.

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Casa de alpendre

Casas de alvenaria, imitando as dos patrões. Uma cisterna caiada guardando águas das últimas chuvas. Ao fundo ou ao lado da nova morada, a velha ainda persiste, casebre de pau-a-pique, feita de madeira da caatinga, com colunas e vigas de carnaubeira, serve de depósito de coisas velhas e das memórias de dias difíceis.

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A festa dos frutos sagrados

Os Tremembé, indígenas brasileiros cujas primeiras referências datam do século XVI, estão em festa. De hoje até o dia 12 de janeiro será realizada a X Festa do Murici e do Batiputá, na Aldeia São José, em Barra do Mundaú, em Itapipoca (CE). Durante a comemoração serão inauguradas a Oca Digital Indígena Iandê (pronome ‘nós’ em tupi-guarani) e a exposição fotográfica Iandê Á’Tã Joaju (Juntos Somos Fortes), do fotógrafo cearense Marcos Vieira, A exposição está sendo lançada simultaneamente no site Meus Sertões, na seção Galeria, na primeira página, e em clipe no canal do You Tube. Posteriormente será apresentada em Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Paris (França). As iniciativas fazem parte do projeto Ação Tremembé, financiado pela União Europeia.

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