Ano: 2019

O fantástico mundo de Sebastião – Final

O raizeiro Sebastião Jovino da Costa relata histórias fantásticas que jura ter vivido nos 19 anos que atuou como pai de santo. Nelas, passeia por outras dimensões, conhece seres fabulosos e até sofre uma perseguição do diabo, que tenta obrigá-lo a trabalhar com as linhas avessas da umbanda. O tormento imposto pelo tinhoso foi transformado em conto pelo premiado escritor araciense Franklin Carvalho, autor dos livros Céus e Terra (2016), O Encourado (2009) e Câmara e Cadeia (2004).

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O fantástico mundo de Sebastião – Parte I

No box 56, ao lado do mercado da farinha, o paraibano Sebastião Jovino da Costa oferece a cura para diversas doenças, através das ervas e cascas de árvores que comercializa, e histórias fantásticas do tempo em que atuou como pai de santo. Paraibano de Picuí, na divisa com o Rio Grande do Norte, Sebastião Raizeiro oferece aproximadamente 200 tipos de ervas, cascas de árvore óleos e garrafadas, além de muita conversa no cantinho da feira de Araci, no sertão baiano.

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Ode a Odorico

No dia 31 de outubro de 1916, na fazenda Canavial, bem próximo ao engenho de açúcar, nasceu um menino forte e valente chamado Odorico Lucílio Carneiro, que trazia nas veias o sangue poeta de encantador de sonhos infantis. Seus pais, José Figueredo Carneiro e Maria Julieta Friandes Cedraz contemplavam o rosto do pequeno bebê, que não nascera em sua residência.

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Memórias

O Cangaço, movimento armado iniciado final do século XIX por nordestinos nômades em torno de disputas de terras, vinganças e rebeldias, teve em Virgulino Ferreira, Lampião, um ícone cujo nome se perpetua Brasil e mundo afora, temperado pelo sempre rico imaginário popular que acentua maldades e mitifica benesses que faz do homem o mito de quem hoje ainda se escuta falar envolto em fantasias que o tempo só aumenta.

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Guanambi 100

Os alunos do curso técnico em processos fotográficos do Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães, em Guanambi, na região centro-sul da Bahia, prepararam durante quatro meses a exposição fotográfica em homenagem ao centenário do município, comemorado em agosto.

Onze estudantes, nove deles com a experiência de ter participado da mostra dos 57 anos de Malhada de Pedras (BA), em julho, registraram locais históricos e as belezas naturais de Guanambi. A exposição teve a supervisão e coordenação da jornalista e professora Natália Silva.

O trabalha “Centenário de Guanambi”, a partir de hoje, substitui “Malhada de Pedras” na seção Galeria, na primeira página do site Meus Sertões, onde permanecerá por dois meses.

NOVA EXPOSIÇÃO
Alunos participantes

Edyanne Teixeira – Nascida em Guanambi, na Bahia. Formada em Pedagogia, tem amor incondicional pela educação. Despertou um olhar para a fotografia ao participar do curso técnico em processos fotográficos, conhecendo então um mudo de descobertas e a fantástica forma de eternizar momentos através de um click. A cada dia que passa o encantamento com a arte de fotografar aumenta.

Eugênio Franklin, 23 anos  – Baiano, natural de Caetité, mas atualmente morador de Guanambi. Sonhador, apaixonado por tecnologia e amante de carro e moto é movido por desafios. Técnico em multimídia, atualmente faz o curso de técnico em processos fotográficos. Descobriu através da fotografia e de vídeos uma forma encantadora de contar histórias. Pretende rodar o mundo conhecendo novos lugares.

Lucas Lima, 25 anos – Baiano, sertanejo, bailarino sonhador. Natural de Guanambi, “Iveteiro” de paixão. Se joga na vida sem medo. Debatedor de ideias, apaixonado por fotografia, luta pelo que ama. Entre tantos amores escolheu se amar.

Maísa Pimentel, 25 anos – Católica, natural de Caetité (BA), estudante do curso de fotografia. Batalhadora, tem espírito de liderança e bom relacionamento interpessoal. É comunicativa e dinâmica. Mãe de um príncipe, adora viajar e conhecer coisas diferentes.

Marcos Monção –

 Ruan Neves – Mineiro de nascimento, baiano de coração, reside em Guanambi. Adora esporte e atua na área como fotógrafo desde 2012. Trabalha no site TVclipe.com, site esportivo da região. Atualmente, estuda amplamente fotografia esportiva para conciliar suas duas paixões.

Valdeci Primo, 50 anos – Guanambiense de coração, artista plástico, nasceu na vizinha Candiba (BA). Desde criança tinha grande interesse pela arte. Aos 18 anos se mudou para Guanambi, onde casou com a artista plástica Rose Fernandes.  Dessa união nasceu a bela Aila Fernandes.  Enfim, uma família unida através da arte. Participou de exposições na França, Alemanha, Itália e pelo Brasil afora. Junto e misturado cultiva a paixão pela fotografia.

Viktor Costa, 18 anos – Nordestino, nasceu e cresceu em Guanambi terra do beija-flor. Estudante do curso de fotografia, dançarino, ama fazer fotos de paisagem. Adora visitar lugares poucos explorados e acampar com os amigos. Apaixonado por animais, do signo virgem, muito vaidoso e organizado, ama dialogar com pessoas de mente aberta e acredita que com música tudo fica melhor. Sonha em conhecer o Amazonas e saber mais sobre a cultura indígena.

Vitoria Boa Sorte Guimarães, 18 anosNascida em São Paulo, mora desde os cinco anos em Guanambi. Desde pequena se envolveu com vários tipos de arte como teatro, dança, música, poesia, dentre outros. Mas foi o desenho que fez surgir a faísca que acendeu a paixão pela fotografia. Apaixonada por gatos e café, sonha em viajar pelo mundo com a família e amigos

EXPOSIÇÃO SOBRE MALHADA DE PEDRAS

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Novos olhares

Arte garrincheira

Tudo começou assim: José Lopes Carneiro, o Inho, caminhava pela caatinga quando viu um pedaço de pau que lembrava uma figura humana. Ele pegou e guardou. Com o tempo, passou a prestar mais atenção no que esbarrava pelo caminho quando ia ajuntar vacas no fundo de pasto. Raízes e pedaços de árvores pareciam ratos, camelos, animais diversos.

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As bordadeiras

Numa casa com três irmãs na zona rural de Caicó seria previsível encontrarmos, no mínimo, uma bordadeira! Ali encontramos duas e alegria e acolhimento de sobra numa visita rápida e desavisada entre bastidores, fios coloridos e muitas risadas diminuindo em nós a frustração por não conseguirmos tempo para explorar com maior zelo e detalhes a arte dos bordados que confere fama nacional ao município.

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