Mês: dezembro 2018

Fogo domado

A descoberta do fogo lá no surgimento das primeiras civilizações certamente deveu -se a incêndios provocados por raios que, de origens desconhecidas, causavam espanto e medo, mas não demorou a assumir caráter sagrado e a ser colocado a serviço do homem a tal ponto que maldita era a casa que não tivesse sempre um fogo aceso, o que era vergonha para o seu proprietário.

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Assentamento Maria Zilda

O assentamento Maria Zilda, a dois quilômetros do centro de Cordeiros (BA), tem esse nome para homenagear a agricultora assassinada por jagunços que atacaram o acampamento do MST, próximo à Fazenda Caldeirão, em Vitória da Conquista, em outubro de 1994. Além de Zilda, um sem-terra foi morto e seis ficaram feridos no ataque para impedir que a propriedade, identificada pelo Incra (Instituto Nacional de Reforma Agrária) como improdutiva, fosse desapropriada. A ação violenta não impediu a expropriação.

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Serpente do altar

Há muitos e muitos anos, quando os primeiros desbravadores chegaram ao Médio São Francisco em busca das riquezas da região onde hoje se localiza o município de Xique-Xique, o Senhor Litecilio, rico proprietário de terras, ocupou uma ilha do rio de onde podia observar todo o ouro da Serra do Suruá, dando o nome de Ilha do Miradouro.

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Reza e palmeado

Janeiro é dia da festa de São Jorge, no povoado quilombola de Campo Grande, em Santa Teresinha, cidade sertaneja localizada na região centro norte baiana. Ao contrário do restante do Brasil, em que o Santo Guerreiro é saudado no dia 23 de abril, os festejos viraram tradição na localidade por causa de Maria Conceição Guedes, 79 anos, e do marido dela, Eugênio Almeida Galvão, 80.

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