Mês: setembro 2018

Dona Lina

Aderaldo era um homão forte, valente e brigão, que andava com um facão na cabeça na sela. Os donos de bares quando o viam ao longe, fechavam as biroscas. Não queriam confusão. Às vezes, no entanto, não dava tempo. Ao entrar, dava ordem para ninguém sair. Quando bebia, fazia os outros beberem a pulso.

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Fome de bola

Fominha é o adjetivo que melhor define o meia Paulo Almeida, campeão brasileiro e capitão do Santos, em 2002, que possui carreira meteórica tanto para o estrelato quanto para o declínio. O mais importante para este esportista de Itarantim, cidade do sul-baiano a 631 km de Salvador, cuja economia está fundamentada na agropecuária e na produção de cachaça, é estar em campo.

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Identidade nordestina

Nesta entrevista para Meus Sertões, a estudante de jornalismo  Camila Gabrielle, 21 anos, prestes a se formar, conta como surgiu o projeto “O sertão entre a flor e os espinhos”, nome do documentário que apresentará como TCC (trabalho de conclusão de curso), cujo tema são cidades, povoados e moradores do sertão sergipano.

Camila revela ainda como os nordestinos são vistos no sul do país, onde estuda. Angústia, saudades e simplicidade também são temas desta conversa com a jovem baiana que nos inspirou a criar o projeto “Meus Sertões Universidade.”

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Zé das baianas

Aos 60 anos de idade e quase 50 esculpindo peças no barro, o ceramista Taurino Silva, mais conhecido como Zé das Baianas, gosta de desafios. Convivendo com muitos artesãos em Maragogipinho, ele está procurando sempre criar coisas novas. Foi assim que nasceu sua peça mais famosa a “baiana com tabuleiro”, que hoje integra o acervo de arte popular brasileira do Museu do Folclore Edison Carneiro, instalado no Rio de Janeiro.

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Pedra encantada

Meteorito do Bendegó, a Pedra do Fim do Mundo

Rosana Carvalho Paiva, a partir das histórias orais coletadas em Monte Santo, nas comunidadesde Acaru e São Pedro (*)

Um vaqueiro encontrou a pedra no sertão do Bendegó. Estava atrás de um boi que desgarrou e fugiu. O vaqueiro foi atrás e lá estava ela em um buraco enorme. Foi uma estrela que caiu do céu e se apagou. Uma pedra toda feita de ouro por dentro e negra por fora. E era encantada. Encantada como os bodes de outro, os galos de ouro e as correntes de ouro que aparecem de noite no cume das serras.

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Sertão quer a volta da pedra

O Meteorito do Bendegó, encontrado em 1784 no sertão baiano, tem em torno de si a mística de ser um talismã. Os sertanejos dizem que ele caiu do céu com uma pedra-irmã toda de ouro. Ambas eram encantadas. A primeira tinha como objetivo influenciar nas chuvas e na seca, além de proteger a região. A segunda se escondeu diante da usura dos seres humanos e nunca mais foi encontrada.

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