Foto solidariedade

Foto solidariedade

O radialista Noilton Pereira de Lacerda, 45 anos, teve uma infância difícil. Criado por uma tia, desde cedo começou a trabalhar para ajudar ela e a avó. Foi feirante, eletrotécnico e tentou viver de música, criando uma banda de rock de um homem só. Quando viu que não conseguiria atingir um grande público foi trabalhar com comunicação. Há quatro anos, porém, decidiu sair da zona de conforto e encontrou uma forma diferente de fazer trabalho social. Passou a ajudar 10 famílias, focado principalmente em 45 crianças, mas atendendo 120 pessoas no total. Só recentemente caiu a ficha de que estava suprindo duas necessidades: a de ter uma família completa – e bota completa nisto – e a de “partir para cima” e garantir melhor qualidade de vida para estas pessoas.

Ao mesmo tempo em que desenvolvia um projeto social diferenciado, viu necessidade de registrar tudo o que fazia para prestar contas do trabalho para os colaboradores. Foi aí que descobriu a fotografia e descobriu-se fotógrafo. É com as imagens que ele mantém o programa que garante material escolar, alimentação, brinquedos, roupas, móveis e até veículos para as famílias carentes que selecionou. Duas delas vivem e trabalham no lixão; as demais vivem na periferia de Rui Barbosa, cidade da Chapada Diamantina, a 320 quilômetros e a seis horas de Salvador (BA).

Beneficiados pelo projeto social são fotografados por Noilton

Compulsivamente apaixonado pela fotografia, Noilton fez um acordo com as pessoas que ajuda. Elas servem de modelos para suas imagens, que são trocadas por cestas básicas e recursos para levar a obra social, criada há quatro anos. Tudo o que arrecada é documentado e postado em sua página no Facebook. As fotos também lhe renderam prêmios nacionais e internacionais e menção honrosa no Brasília Photo Show 2016.

Quando não está no estúdio, Noilton Pereira está percorrendo povoados e a periferia em sua moto Bizz, onde carrega produtos e objetos que dão dignidade às pessoas que hoje são suas amigas e recorrem a ele para coisas simples, como descobrir porque uma das crianças está demorando a voltar da escola. Em entrevista para o site Meus Sertões, Noilton detalha como funciona o seu sistema de “foto-solidariedade”.

Qual a sua atividade profissional?

Minha profissão é radialista na rádio RBFM, de Rui Barbosa, Bahia. Tenho 27 anos de rádio; quatro, de trabalhos sociais; e dois, de fotografia.

Como você descobriu a fotografia?

A fotografia nasceu junto com o trabalho social. Com a convivência com as pessoas, sentia a necessidade de documentar tudo. Foi o mecanismo que encontrei para dar vida a esses personagens e fazer com que as pessoas enxergassem eles de forma mais suave, menos agressiva. Assim nasceu o meu trabalho de fotografia. Usando recursos de programas de edição como o Lightroom, consegui fazer este trabalho acontecer.

Eu comecei a fotografar com celular, um Samsung F3. Quando eu fotografava com esse aparelho as pessoas achavam que era o máximo. Baixei o aplicativo Camera360, que dava um efeito HD nas fotos. No entanto, um amigo me disse que eu tinha que parar de fotografar com o celular porque as fotos eram incríveis, mas ficavam borradas. Ele me vendeu por R$ 700 uma câmera Sony Nex-F3, com lente 15×55 e uma abertura bacana. Aí vi que ele estava certo e como era diferente a qualidade do trabalho. A partir dessa câmara é que estou até hoje neste universo concorrido.

Quais foram as primeiras fotos que chamaram a atenção do público?

A primeira foi a das crianças no aterro sanitário. Uma delas com uma carcaça de televisão na cabeça e no fundo outra brincando com um pneu. Foi a primeira foto mesmo. Depois veio, a foto do Juca, um menino negro de olhos claros, que chamou a atenção do escritor moçambicano Mia Couto. Teve também a “Motoshow”, onde crianças simulavam estar em uma moto, enquanto brincavam com pneus velhos.

Família recebe cama e colchão. Foto: Noilton Pereira

Em quais trabalhos sociais você está envolvido?

Criei um modelo próprio de trabalho social. Eu adotei 10 famílias, 45 crianças, o foco é a criançada. Mas no total, ajudo cerca de 120 pessoas, incluindo os pais, mães, avós e tias delas. O objetivo é melhorar a qualidade de vida dessas famílias. O foco principal é dar atenção e manutenção à escola, à educação, fornecendo material escolar, uniformes, incentivos. Também garanto alimento. Eu comecei só e até hoje meu trabalho todo é feito em cima de uma (Honda) Bizz 125, onde eu percorro as comunidades rurais e da periferia, onde todos residem.

Essas famílias são de quais povoados e localidades?

De localidades próximas à cidade. A mais distante fica a 22 km de distância. Fiz questão de escolher famílias afastadas umas das outras para facilitar o meu trabalho de doação. Não atendo comunidades inteiras, nem pessoas de dentro de comunidade urbana. Optei por pessoas que vivem esquecidas, à beira de rodovias, na roça mesmo.

Um de seus objetivos é conseguir uma cama para uma criança, segundo você me falou antes de começar a entrevista. Qual é a história dela?

O nome dela é Joseni, 12. Ela é a nona dos doze filhos de uma senhora que vive numa casa de pau a pique. Esta será a quinta cama que eu conseguirei para esta família. De acordo com a necessidade, crio campanhas para conseguir o que as pessoas precisam.

Desde que você começou a fazer este trabalho assistencial, o que você já conseguiu para estas pessoas?

Durante esses quatro anos, consegui cama, colchão, fogão, guarda-roupa, máquina de lavar para aliviar o sofrimento da mãe que pega todo peso da casa, água (carro-pipa), bastante alimento. Cesta básica é prioridade. As minhas fotos são usadas como moeda de troca. Eu faço uma permuta com meus colaboradores e admiradores. Uma foto minha corresponde a uma cesta básica. Eu optei por esta permuta para não deixar faltar nada para estas famílias.

No meu ponto de vista, uma pessoa alimentada pode tentar. Tentando pode achar uma solução para o problema em que ela se encontra. Fiquei cansado de ouvir promessas. Parti para cima e resolvi acabar os problemas de qualidade de vida das pessoas. Eu não estou tentando acabar com a pobreza de ninguém até porque não conseguiria. Há problemas de saneamento básico, de abastecimento de água, de saúde, que não dá para resolver. Optei por garantir educação, que é vigiar essas crianças para mantê-las na sala de aula e não deixar nada tirá-las deste caminho. Outra prioridade é proporcionar uma vida digna, que procuro garantir com o alimento e roupa.

Que tipos de fotos são usadas na permuta?

Eu tenho um acordo com essas 10 famílias. Eu fotografo eles, em contrapartida eles são beneficiados com a maior parte dos recursos que chega. Este é o retorno para o que eles fazem, que é aparecer nas fotografias.

Todas as fotos trocadas por cestas básicas são destes personagens?

Todas as minhas fotos de paisagens, carros, pessoas… todas, sem exceção, estão disponíveis para a troca de alimentos.

Como funciona este sistema?

Eu envio as fotos por e-mail, em alta resolução, para que você possa colocar em uma moldura. Estas fotos se saíssem de minha mão em forma de quadro, custariam em torno de R$ 500, incluindo o quadro, moldura, etc. Por e-mail, não tenho despesas com gráfica, com impressão, nem com correio. Facilita para mim repassar a foto por e-mail .

O que o doador tem que dar em troca?

O valor integral é de R$ 100. Com este dinheiro compro a cesta básica, fotografo tudo até a entrega e mostro a concretização das doações nas redes sociais (a principal plataforma é o Facebook). Você está adquirindo uma fotografia autoral, em contrapartida faz a doação. Não é venda de foto. É permuta da imagem por alimento.

Quantas pessoas fazem parte do grupo de colaboradores?

Não tenho um grupo que me ajuda. As pessoas que me admiram se juntam a mim para fortalecer o meu trabalho. Há grupos como os fotógrafos solidários, do Rio de Janeiro, e amigos em Brasília e São Paulo, que fazem uma corrente e compartilham meu trabalho. Não tem um número exato de colaboradores. Só há dois padrinhos fixos que garantem todo mês duas cestas básicas, através de depósitos programados, sem pedir nada em troca.

Mia Couto usou a foto de Juca, feita por Noilton, em sua rede social. Reprodução

Como é seu contato com outros fotógrafos?

Conheço vários. Me aproximei deles para aprender, ter inspiração e apresentar o que faço. Minha matéria-prima é muito paquerada. Todos nós temos necessidade de conhecer o trabalho do outro. O Araquém Alcântara já viu meu trabalho, o Rui Resende já viu. Recebi elogios de muitos deles. O escritor Mia Couto, por exemplo, usou uma foto minha no site dele e passei a ser mais conhecido no mundo todo. Eu fotografei um menino que é negro e tem olhos azuis, o Juca. A foto chamou a atenção do Mia, que pediu autorização para usá-la no Instagram. Permiti. Aí fiz amizade com o escritor, através do Juca.

Quem mais deu divulgação para o seu trabalho?

Um amigo meu pediu permissão para fazer slide com meu material. Usou a música Vida Nordestina, de Djavan. O cantor botou na linha do tempo de seu site. Ficou lá um tempão.

Alguém já usou alguma foto que você fez indevidamente?

A foto de um fogão iluminado por um raio de sol foi postada por Gustavo Lima no Instagram. Foi um alvoroço porque ele não pediu permissão para postar, não deu crédito. A justificativa dele quando entrei em contato foi que ele achou a foto no Google. Aí eu disse: “Cara, um artista do teu porte não está dependendo de foto de Google. Tudo que existe no mundo tem um dono. Aí ele me pediu desculpas e deu crédito, mas o que eu queria mesmo é que ele ajudasse as pessoas que eu fotografo. Crédito não mata a fome de ninguém. Eu acabei deixando de lado porque não queria arrumar briga. Isto aconteceu no final de 2016. Setembro ou outubro de 2016.

Os artistas não se solidarizam com o seu trabalho?

Não. Inclusive esta foto que o Gustavo postou, tem uma frase sobre humildade. Foi o que muita gente questionou, o cara quer ser humilde, quer ser simples e faz uma coisa dessa. Não custava nada ver minha página, tem muita coisa lá. Ele podia ajudar. A TV Record pediu para um representante entrar em contato comigo e vir aqui fazer uma matéria, contatar algumas dessas famílias. Mas eu enxerguei por trás da oferta, necessidade de crescer na audiência. Já recusei convite da Globo e da Record porque era uma necessidade deles de pontuar na audiência. Eles nunca estiveram aqui e não tinha nenhuma contrapartida para esse povo. Quando eu percebo que não há sensacionalismo na matéria, participo de tudo.

Fale um pouco sobre você, sua família…

Tenho 45 anos, sou casado, tenho três filhos. Tenho uma filha com 22 anos que mora em São Paulo com a mãe. Stephanie é do primeiro relacionamento que eu tive. A menina já está noiva e vai casar. Do casamento atual, tenho dois filhos, a menina, Emily, fez 10 anos, o menino, Simon Smith, tem 15. Antes da fotografia e do rádio, eu fazia música. Fiz um projeto musical de rock, mas não consegui alcançar o público, nem meu objetivo. Não deu certo a música, corri para a fotografia. Acho que está dando certo.

Noilton começou com celular. Hoje, usa máquina profissional.

E como foi sua infância?

Difícil como todo garoto do nordeste baiano. A dificuldade aqui é muito grande. Fui criado por minha tia. Minha mãe morreu quando eu tinha 10 anos. Cheguei a conhecer, mas quem me criou foi minha tia, que eu chamo de mãe. A dificuldade que tive durante a minha infância foi a de conseguir apoio, carinho. O que tive não deu para substituir a que teria pelo pai e pela mãe.

Cedo fui trabalhar na feira-livre, vendendo roupas, ajudando a dobrar as roupas. Carregando coisas na cabeça para ganhar um dinheirinho. Parte da adolescência foi muito difícil. Trabalhava para ajudar minha tia e minha avó. Com 15 anos, comecei na eletrônica, mexendo com rádio e televisão. Me tornei um técnico. Não era isso que eu queria. Fiz um curso de inglês porque pretendia ser cantor. Montei uma banda de rock, gravei três CDs. Não deu certo. Aí migrei para a fotografia e estou aqui até hoje. Na área profissional sou radialista e trabalho com comunicação de rádio FM.

O teu trabalho social tem relação com a vida difícil que você teve?

Sim, mas a ficha só veio cair há quatro anos. No que eu vi que precisava sair da minha zona de conforto. Em vez de reclamar, eu tinha que partir para cima e realizar.

Qual o critério para a escolha das famílias do projeto?

O que me aproximou delas foi o rádio. Tenho 27 anos de rádio. Antes mesmo de fotografar, eu já conhecia todos eles por causa do rádio. Por isso foi fácil chegar, me aproximar. São pessoas do meu convívio social, considero eles como amigos próximos de anos e anos. Chego na casa deles, sento, tomo café, almoço com eles, brinco, a gente dá risada junto.

Você tem programa na rádio?

Sou animador, faço um programa de estilo jovem. O programa começa às 14 horas e termina às 18 horas. É só animação. Não é jornalismo, não tem reportagem, é só musical. Chama-se “O som da tarde”.

Essa é a sua única fonte de renda?

O rádio me alimenta, o rádio me ajuda. Minha esposa trabalha. Nossos salários juntos permitem que a gente sobreviva. A terceira fonte de renda são os concursos de fotografia. A sorte ajuda e ganhamos algumas competições, o que dá um bom retorno. Minha mulher é assistente social, o nome dela é Carla. Ela divide comigo a responsabilidade pelas tarefas básicas.

Quantos concursos você já ganhou?

Em 2016 foram muitos. Em 2017, nenhum.

E o que você ganhou nestes concursos?

As premiações variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil. Melhora quando é em dólar ou euro.

Você já ganhou concurso internacional?

Na França, participei do concurso promovido pela Divine Academie Française des Arts, Lettres et Culture. Além de ter uma de minhas fotos na capa do livro “Lé Brésil vu par les brésiliens”. Outras seis fotografias foram publicadas nas páginas internas.

Como as pessoas de Ruy Barbosa enxergam o teu trabalho?

Assim: tem uma pracinha em frente à sua casa. E tem dez casas nessa pracinha. Mas só você molha as plantas e arruma o jardim. Aí todo mundo diz, você é nota 10. A gente adora este teu trabalho com o jardim. Parabéns! Se não fosse você esse jardim já tinha morrido. Mas não oferecem um balde d’água ou dão uma carroça de terra para ajudar no teu trabalho. É o meu caso. Santo de casa não faz milagre. Vem um sujeito de fora e entregam o título de cidadão rui-barbosense. Já eu estou aqui há “trocentos” anos e não tenho sequer um oi, obrigado por parte das autoridades. Já o povo me repassa roupas usadas, móveis usados. Disso eu não tenho o que reclamar.

Alguém já tentou se aproveitar de seu trabalho politicamente, lhe chamando para ser candidato?

Diversas vezes. Vieram com conversas, tentativas de aproximação, mas nunca dei abertura para isso. Isso atrapalharia o meu trabalho social. Há uma distância entre mim e a política. Noilton e política são palavras rivais.

Qual o momento mais marcante, mais emocionante no seu trabalho?

Quem trabalha com famílias carentes está com a emoção à flor da pele 24 horas. Toda hora acontece alguma coisa. Eu recebo ligações tipo “A Joceli não chegou da escola. Aí eu digo: “Daqui a pouco vou lá ver o que está acontecendo”.

Registro de entrega de cadeira de rodas para seu João, 82 anos.

Qual é o perfil das famílias que você ajuda?

São desempregados, trabalhadores rurais atingidos pela seca. Duas a três crianças da família é que fazem as famílias receberem o Bolsa Família. Mas elas precisam receber duas ou três vezes mais do que ganham. A necessidade é bem maior do que recebem no Bolsa Família. Recentemente, eu dei uma bicicleta e uma máquina de cortar cabelo, após fazer uma campanha, para um pai de família. É o que está ajudando ele. No fim de semana, ele pega a máquina e a bicicleta e sai pelo mundo cortando cabelo. No fim do mês, tem um dinheirinho. Esse é um dos que consegui ajudar, mas há outros precisando trabalhar. Esse cara tem o coração bom. Ele cobra R$ 5 para cortar cabelo de adulto. De criança é grátis.

O que esse trabalho mudou na tua vida?

Antes, quando eu vivia na minha zona de conforto, nos bares, bebendo cerveja, no carro, para cima e para baixo, ignorando o que acontecia ao meu redor, vivia numa ilusão perfeita em uma Matriz (nome de um filme de ficção científica). Hoje estou mais feliz, mais centrado porque estou vendo que há um propósito no mundo. Não adianta a gente ficar criticando e pedindo a Deus para ajudar. Os homens, se houver compreensão e compartilharmos ideias, conseguem transformar o que está em sua volta. Eu tenho dois poderes: o de parar o tempo com a fotografia e o de resolver problemas porque eu criei uma rede que me dá apoio. Tudo o que faço é transparente. É filmado, fotografado e postado. Assim ganhei a confiança de quem me ajuda.

Você quer ressaltar mais alguma coisa dessa caminhada?

Quero sim. Saí da Bahia, rodei 4.600 km na Bizz, sem habilitação e com os documentos da moto atrasados. Fui de Rui Barbosa a São Tomé das Letras (MG). Fiquei lá cinco dias. Minha intenção com a viagem foi chamar a atenção das pessoas para o meu trabalho. Queria que as pessoas enxergassem que eu mereço uma oportunidade. E de lá para cá, as coisas estão acontecendo de forma positiva. Recentemente, eu ganhei uma câmara fotográfica Sony Alfa A77, uma câmara muito boa, com boas lentes. Ganhei uma Nikon 5.100 de um outro amigo. E, agora, ganhei uma 7100 de mais um amigo. Essas pessoas ajudam o meu trabalho porque sabem que da fotografia mantenho o projeto social. O meu objetivo é ajudar as pessoas. O próximo passo agora é comprar uma câmera full frame, que me dará suporte total para meu trabalho. Mas isso é a longo prazo. Estou fazendo minha parte, Deus está fazendo a dele e isso vai acontecer na hora certa. Na ida a Minas não tive problemas. Tudo aconteceu com a proteção divina, como contrapartida do que faço.

Por que você posta as fotos sem contar a história das pessoas?

Minhas fotos contam histórias. Eu não preciso contar. Cada um interpreta de uma forma. O fato de não explicar, aumenta a curiosidade.

Menina leva boneca doada para casa

Quem quiser ajudar o que deve fazer?

As pessoas podem entram em contato comigo. Eu digo a campanha que está em andamento. Quem não puder, compartilha que já é uma forma de ajudar. Meu telefone é 75 9 9978-5506. O endereço eletrônico é noiltonpereirafotografo@hotmail.com.

DEZ FAMÍLIAS

Jornalista, 57 anos, traz no sangue a mistura de carioca com português. Em 1998, após trabalhar em alguns dos principais jornais, assessorias e sites do país, foi para o Ceará e descobriu um novo mundo. Há dez anos trabalha na Bahia, mas suas andanças não param. Formou comunicadores populares nas favelas do Rio e treinou jornalistas em Moçambique, na África. Conhece 14 países e quase todos os estados brasileiros. Suas reportagens ganharam prêmios de direitos humanos e de jornalismo investigativo.
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Uma reflexão sobre “Foto solidariedade&rdquo

  1. Diva SantanaDisse…
    Replied on

    Parabéns ao fotógrafo, ideia maravilhosa, dá assistência a quem necessita , é gratificante,… Aí fica a pergunta :onde está os representantes do povo, as políticas públicas partidária?

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