Mês: março 2017

Arte e Bolsa Família para tratar saúde

Se não fosse o artesanato e o Bolsa Famíla, Ana Rita Carneiro, moradora do povoado de Terra Branca, em Riachão do Jacuípe, não conseguiria arcar com as despesas para o tratamento do filho Anderson, que nasceu com catarata congênita, o que poderia levá-lo à cegueira. Periodicamente, há oito anos, Ana Rita se desloca para Sorocaba (SP), onde o menino é atendido e aguarda uma vaga para cirurgia no Hospital BOS.

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Biomas e vida

A Campanha da Fraternidade (CF) 2017 tem como tema: “Fraternidade: Biomas Brasileiros e defesa da vida” e subtema “Cultivar e guardar a criação”. O objetivo é chamar a atenção para os problemas ambientais de nossas cidades, incluindo a redução de recursos hídricos, e fazer com que as pessoas lutem pela preservação dos biomas e façam propostas concretas junto aos órgãos e poderes públicos.

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Fazenda Pau de Colher

O empenho do agricultor Abelmanto Carneiro de Oliveira, 44 anos, para transformar os 10 hectares que herdou da Fazenda Pau de Colher, a 16 km de Riachão do Jacuípe, em uma área experimental de tecnologias para a convivência com o semiárido, o fez obter ótimos resultados. Atualmente, consegue passar por período de até dois anos e seis meses de seca sem sobressaltos.

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Ato penitencial

A caminhada penitencial começou às margens do rio do Antônio, que por muito tempo foi a fonte de abastecimento hídrica do município de Malhada de Pedras. Hoje, devido à ação humana, o rio, com a pouca água acumulada em pequenas poças pelos escassos períodos de chuva, é apenas parte de um cenário seco do sertão baiano. É que o escoamento de resíduos industriais e o esgotamento sanitário sem tratamento, ao longo das cidades banhadas pelo rio, tiraram-lhe a vida.

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‘A seca não é castigo de Deus’

Padre José Alberto Barbosa Gonçalves está na paróquia de Canudos há quatro anos. Depois de se formar em teologia e filosofia no seminário em João Pessoa, foi padre em Glória, cidade atingida pelas barragens de Moxotó e Itaparica, e na periferia de Paulo Afonso. Nascido em Uauá, conhece muito bem a região em que atua. O religioso lembra que no passado, nos períodos de seca, muita gente morria, e atribui a mudança desta realidade aos programas de convivência com a seca, implantados por ONGs, sindicatos e entidades civis, com o apoio de governos anteriores ao de Michel Temer. Daqui para frente diz não sabe o que acontecerá, pois vê o Estado com atuação meramente arrecadadora.

“A proposta de Antônio Conselheiro nos compromete a um modelo de sociedade a qual os pobres não devem somente ser assistidos. Os pobres devem ser protagonistas.  Quando se tornam protagonistas aprendem a conviver com a seca, não dependem do carro-pipa ou da bolsa-estiagem”.

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